NO SON DE GHETTO
Presumen lo que no traen
Y los putos no son de ghetto
No ha nacido el puto que me quite lo culero
Por mi familia muero pero para ser sincero
Vengo de un barrio donde si no la accionas te la accionan primero
Mira carnal dejamelo explico
También hay locos acá por donde yo radico
Se creen más duros si están más verdes que un perico
Si no sabe que onda puto callese el osico
Si me tira me vale
Si apunta jale
Yo se muy bien como corre el baile
Me llega feria y no tengo jale
El que se crea ve*** pues que se cale
JALE
Si va a tirar pues dale
Tiran mochorro y el puto pero a la calle no sale mi perro dale
Esta va para el que le cale
(Más fino de lo que fumas y también de lo que inhales
Fumo las hierbas ilegales y chale
Me quieren ver encerrado los putos municipales
Vengo de un barrio bajo perro donde si entras no sales
Mi apellido es Gonzalez y valgo más puto de lo que vales)
Presumen lo que no traen
Y los putos no son de ghetto
No ha nacido el puto que me quite lo culero
Por mi familia muero pero para ser sincero
Vengo de un barrio donde si no la accionas te la accionan primero
Un tiro solo no se la fletan
Me tiran royo, puro paleta
Si siente greña diga la neta
No tire mucha caca que mi barrio se respeta
Puñetas intentas bajarme con lo que inventas
Mi flow no se vende pendejo ni tampoco se renta
No preguntes cuanto cuesta
No te diré la respuesta
Vayanse a la ve***
Todo aquel leva que me detesta
A muerte apesta, tu pa te presta, lo pierdes todo como la apuesta
Se sincero pa' nada le cuesta
Hasta el más chingon le pone la muestra
(Y esta, por si no contesta la vida es deshonesta y honesta
Quieren ser gallos sin tener cresta)
(Presumen lo que no traen
Y los putos no son de ghetto
No ha nacido el puto que me quite lo culero
Por mi familia muero pero para ser sincero
Vengo de un barrio donde si no la
Accionas te la accionan primero)
NO SON DE GHETTO
Presumem o que não têm
E os otários não são de ghetto
Não nasceu o otário que vai me tirar do sério
Pela minha família eu morro, mas pra ser sincero
Vim de um bairro onde se você não age, agem com você primeiro
Olha, irmão, deixa eu te explicar
Aqui também tem doido por onde eu moro, pode acreditar
Se acham mais durões, mas são mais verdes que um periquito
Se não sabe como é, otário, fica quieto, não se mete
Se me atacar, tanto faz
Se apontar, pode vir
Eu sei muito bem como é o baile
A grana chega e eu não tenho trampo
Quem se acha o máximo, que se ferre
VAI
Se vai atacar, então vai em frente
Atiram pra todo lado, mas o otário não sai da rua, vai em frente
Essa vai pra quem aguenta
(Mais fino do que o que você fuma e também do que você cheira
Fumo as ervas ilegais e, eita
Querem me ver preso, os otários da polícia
Vim de um bairro pobre, cachorro, onde se entra não sai
Meu sobrenome é Gonzalez e valho mais, otário, do que você vale)
Presumem o que não têm
E os otários não são de ghetto
Não nasceu o otário que vai me tirar do sério
Pela minha família eu morro, mas pra ser sincero
Vim de um bairro onde se não age, agem com você primeiro
Um tiro só não é suficiente
Me atacam com conversa, só enrolação
Se sente pressão, fala a verdade
Não fala muita besteira, porque meu bairro se respeita
Tentam me derrubar com o que inventam
Meu estilo não se vende, idiota, nem se aluga
Não pergunte quanto custa
Não vou te dar a resposta
Vão se danar
Todo mundo que me odeia
Cheira a morte, você se empresta, perde tudo como numa aposta
Seja sincero, não custa nada
Até o mais forte acaba se mostrando
(E essa, se a vida não responde, é desonesta e honesta
Querem ser galos sem ter crista)
(Presumem o que não têm
E os otários não são de ghetto
Não nasceu o otário que vai me tirar do sério
Pela minha família eu morro, mas pra ser sincero
Vim de um bairro onde se não a
Age, agem com você primeiro)