Anima Interitus
In the light a shade of embers made
A wraith of ashen dust cascade
A spirit of darkness in empty space
A calling unto an unknown face
In innocence fair a being created
A child of lust, the phantasm so great
A sworn virtue of purity in state
A solemn guest without anguish has been laid
In love a life whose star has gazed
A casted reflection of mundane plain
A chilled reaction to sorrows name
A soul deceived from human grace
In starkness borne from insight so strange
A gallant shadow of unwanted craves
A decadent cast of lust betrayed
In life as in death a nothing awaits
Anima Interitus
Na luz, uma sombra de brasas se fez
Um espectro de poeira cinza a descer
Um espírito de trevas no espaço vazio
Um chamado para um rosto desconhecido
Na inocência pura, um ser criado
Uma criança do desejo, o fantasma tão grande
Uma virtude jurada de pureza em estado
Um hóspede solene, sem angústia, foi colocado
Em amor, uma vida cuja estrela olhou
Um reflexo lançado do mundano comum
Uma reação fria ao nome da dor
Uma alma enganada da graça humana
Na crueza nascida de uma visão tão estranha
Uma sombra valente de desejos indesejados
Um elenco decadente de luxúria traída
Na vida, como na morte, um nada aguarda