Meisai
"nee issou tooku shiranai machi ni inkyo shite chinmoku shimasenu koto?
konna hibi ni ha akita no sa nee douzo saratteitte"
nigenobite sumitsutou ni miren suna mitai na ishiki to iu jigen de
nigenobita atsusa yo izuko he yure ga shouji
sono mama taida ni yudaneta saigo no aosa
mou kaeranai to shitta ondo mo koerarenu yo no kyoufu iro
kyoukai ni yodondeita kesshin no amasa
tou ni homutta ganpeki utsu ha hiitekurenu koukai to nami no iro
machiwabite kooru ka ha conkuriito suna mitai na ishiki to iu kikan de
machiwabita samusa yo izuko he yure ni douji
kono mama aijyou ni moshita shuuseipen no shirosa
genjyou wo hisshi de tsukurotte ha haida suhada ni kyoufu iro
boukan ni teshiteita kangai no awasa
tou ni homutta raiu aogu ha naitekurenu zannin na kumo no iro
Meisai
"Ei, você não vai se esconder numa cidade distante, sem fazer barulho?
Em dias assim, eu só quero que você se afaste."
"Fugindo, me escondendo, como se fosse areia, numa dimensão de consciência,
A intensidade do calor que escapa, pra onde será que vai essa agitação?"
"Desse jeito, relaxado, a última cor que se despede,
Já sei que não vou voltar, o medo de não conseguir superar essa temperatura.
A doçura da determinação que estava na corrente,
A onda da culpa e a cor do arrependimento não vão me deixar em paz."
"Esperando na cidade, o frio é como areia de concreto, numa sensação de consciência,
A frieza que espero, pra onde será que vai essa agitação?"
"Desse jeito, a pureza do amor se torna um reflexo,
Tentando criar a realidade, a cor do medo na pele exposta.
A fragilidade da ideia que estava na corrente,
A onda da tristeza e a cor da nuvem que chora não vão me deixar em paz."