395px

Na Gaita

Rio Reiser

Auf Der Mundharmonika

Später, später bleibt vom Wagen nicht einmal die Wagenspur.
Niemand, niemand wird dann fragen, wer in diesem Wagen fuhr.
Alle Worte, die wir sagen, rauschen dann wie Bäume nur.

Und das Lied, das uns erklungen, auf der Mundharmonika
wird dereinst vom Wind gesungen und heißt nur noch Lalala.

Alte Wege, die wir wandern, werden neue Wege sein.
Unser Denkmal ist den anderen ein Kilometerstein.
Deutschland, Frankreich, Friesland, Flandern, singend ziehen sie dort ein.

Und das Lied, das uns erklungen, auf der Mundharmonika
wird dereinst vom Wind gesungen und heißt nur noch Lalala.
Lalala.

Singt einmal ein anderer Sänger den Verliebten leis ins Ohr.
Sitzen die wohl auch nicht länger als wir saßen längst zuvor.
Doch dann kümmert's uns nicht länger, wer an wen sein Herz verlor.

Und das Lied, das uns erklungen, auf der Mundharmonika
wird dereinst vom Wind gesungen und heißt nur noch Lalala.
Lalala.

Na Gaita

Mais tarde, mais tarde não vai sobrar nem a marca do carro.
Ninguém, ninguém vai perguntar quem estava nesse carro.
Todas as palavras que dizemos, vão sussurrar como árvores só.

E a canção que nos tocou, na gaita de boca
um dia será cantada pelo vento e só vai se chamar Lalala.

Caminhos antigos que trilhamos, vão ser novos caminhos.
Nosso monumento é para os outros um marco de quilômetro.
Alemanha, França, Frísia, Flandres, cantando eles vão passar por lá.

E a canção que nos tocou, na gaita de boca
um dia será cantada pelo vento e só vai se chamar Lalala.
Lalala.

Canta uma vez um outro cantor, ao apaixonado, baixinho no ouvido.
Eles também não vão ficar mais tempo do que nós ficamos antes.
Mas então não vamos nos importar mais, quem perdeu seu coração para quem.

E a canção que nos tocou, na gaita de boca
um dia será cantada pelo vento e só vai se chamar Lalala.
Lalala.

Composição: