Sweetness
Sweetness, can't you smell the sweetness?
My penchant for slicing flesh
You'd bear no witness
My sickness
A most foul sickness
The odor of death still clings to me
So sweetly
Too sweetly
Living canvas just scream and scream
For the last and the only son of divine sickness
I carve flowers in their flesh
I always mourn for their deaths
To see a fragile canvas rot and wither to dust
The sweetest sweet scent of their fresh let blood
Utter revulsion for what I've done
This gross repugnant mission is my cross to bear
My strength is in their pain
Pure hate, pure hate
Sacred yet profane
Ordained, ordained
My life has taken this vicious turn
An absurd icon that you might learn
That flesh is weak
A soul maligned you cannot trust
Because hiding behind a pleasant smile
Can be a tormented mind defiled
Natured in a world that cultures hate
My sensitivity
My brutality
It's all relative
Doçura
Doçura, você não sente o cheiro da doçura?
Meu gosto por cortar carne
Você não seria testemunha
Minha doença
Uma doença bem podre
O odor da morte ainda gruda em mim
Tão docemente
Docemente demais
A tela viva só grita e grita
Pelo último e único filho da doença divina
Eu esculpo flores na carne deles
Sempre lamento suas mortes
Ver uma tela frágil apodrecer e se desfazer em pó
O mais doce cheiro do sangue fresco que deixaram
Total repulsa pelo que eu fiz
Essa missão grotesca e repugnante é minha cruz a carregar
Minha força está na dor deles
Ódio puro, ódio puro
Sagrado, mas profano
Destinado, destinado
Minha vida tomou esse rumo cruel
Um ícone absurdo que você pode aprender
Que a carne é fraca
Uma alma maligna você não pode confiar
Porque se escondendo atrás de um sorriso agradável
Pode haver uma mente atormentada e corrompida
Nascida em um mundo que cultiva o ódio
Minha sensibilidade
Minha brutalidade
Tudo é relativo
Composição: Scott Ruth / Shaune Kelley