Do Not Resuscitate
A shallow grave and burial
Mother earth cannot consume
And once again forced out, discharged
Expelled from her mundane womb
Usurp my lifeless body
Bathing with souls stuck in purgatory
While screams shriek from wraiths
From mouths sewn shut
I am not the son of god
But the infant of galaxies
Black waves pound the ashes
Of decaying shores
Floating in dead seas
I close my eyes to the world
Lets stars implode and blakc holes devour
A thousand plagues and afflictions
Enigmas of raptures in reverse
As violent quartets played their overtures
Near the point of reezing
I drink from
The siren's chalice
Euphoric symphonies
A tyranny to the masses
Mortal man will dread
Retracing footsteps of darkened memories
Adrift in astral planes
Chaos had choose my fate
Do not resusitate...
Não Ressuscite
Uma cova rasa e sepultamento
A mãe terra não pode consumir
E mais uma vez expulso, descartado
Expelido de seu ventre mundano
Usurpe meu corpo sem vida
Banho com almas presas no purgatório
Enquanto gritos ecoam de espectros
De bocas costuradas
Eu não sou o filho de Deus
Mas o bebê das galáxias
Ondas negras batem nas cinzas
De praias em decomposição
Flutuando em mares mortos
Eu fecho os olhos para o mundo
Deixemos as estrelas implodirem e buracos negros devorarem
Mil pragas e aflições
Enigmas de raptos ao contrário
Enquanto quartetos violentos tocavam suas aberturas
Perto do ponto de congelamento
Eu bebo do
Cálice da sereia
Sinfonias eufóricas
Uma tirania para as massas
O homem mortal vai temer
Refazendo passos de memórias sombrias
À deriva em planos astrais
O caos escolheu meu destino
Não ressuscite...