I Am War
For milleniums I've walked this earth, infinite I reign
On hallowed grounds on fields of fire, civilizations burn in flames
Consecrated, desecrated, leaders fall from grace
Wields a sword he cannot tame, the spiral downward is his fate
The four horsemen ride, dark angels defy, path of the left, for I am war!!
The bitter venom of the gods, fear them as they strike
Reaping havoc, reaping death, the evil spirit smites
Await the demons from their slumber, release them from their cage
Invoking souls of soldiers past, a blessed order of rage
The four horsemen ride, dark angels defy, path of the left, for I am war!!
Fall to your knees, and worship me, damned for eternity, for I am war!
Under bloody banners thousands charged
As steel meets flesh, warriors fall
Shrapnel tears through the hardened ranks
Bodies lying forlorn, as mother cry out their names
Lightning strikes the hammer falls, the blood thirst begins
Mechanize and terrorize, cold steel forged for sin
Death doom destruction, mortal man of feeble faith
The final war, the final stand, the bowels of hell await
The four horsemen ride, dark angels defy, path of the left, for I am war!!
Fall to your knees, and worship me, damned for eternity, for I am war!
Eu Sou a Guerra
Por milênios eu caminhei nesta terra, infinito eu reino
Em terras sagradas em campos de fogo, civilizações queimam em chamas
Consagrado, profanado, líderes caem da graça
Empunha uma espada que não pode domar, a espiral para baixo é seu destino
Os quatro cavaleiros montam, anjos sombrios desafiam, caminho da esquerda, pois eu sou a guerra!!
O veneno amargo dos deuses, tema-os quando atacam
Colhendo caos, colhendo morte, o espírito maligno fere
Aguarde os demônios de seu sono, liberte-os de sua jaula
Invocando almas de soldados do passado, uma ordem abençoada de fúria
Os quatro cavaleiros montam, anjos sombrios desafiam, caminho da esquerda, pois eu sou a guerra!!
Cai de joelhos e me adora, condenado por toda a eternidade, pois eu sou a guerra!
Sob bandeiras ensanguentadas, milhares avançaram
Quando o aço encontra a carne, guerreiros caem
Estilhaços rasgam as fileiras endurecidas
Corpos jazem desolados, enquanto mães gritam seus nomes
Relâmpago atinge, o martelo cai, a sede de sangue começa
Mecanize e aterrorize, aço frio forjado para o pecado
Morte, destruição, homem mortal de fé frágil
A guerra final, a última resistência, as entranhas do inferno aguardam
Os quatro cavaleiros montam, anjos sombrios desafiam, caminho da esquerda, pois eu sou a guerra!!
Cai de joelhos e me adora, condenado por toda a eternidade, pois eu sou a guerra!