Sin Fortuna
Yo naci sin fortuna y sin nada
desfiando al destino defrente
hasta el mas infeliz me umillaba
ignorandome toda la gente
va de pronto mi suerte a cambiado??..
y de pronto me vi entre la gente.
Y esa gente finjir se dichosa
Frente a un mundo bulga y embustero
Gente hipocrita ruimbe y dinosa
Que de nada le sirve el dinero
Que se muere lo mismo que el pobre???..
Y su tumba es el mismo abujero??..
Ahora voy por distintos caminos
posiguiendo tan so al destino
y entre pobres me siento dichosos
si es amando do mi amor eterno
con los pobres me quito el sombrero
y deprecio hasta el mas poderoso
soy cabal y sincero les digo
el habrado mi propio destino
prometiendo la mano al amigo
pero al rico jamas me lo humillo
yo nunca tuve el calor de u beso
mis pobres viejos trabajaban tanto
que nunca tuviron timpo para eso
y haci cresi
sin ignorar el llanto
no fui a la escula
yo aprendi de grande
las letras no entran cundo se tiene hambre
y no hay quien te da la mano si eres pobre
por eso vuelvo a este pueblo viejo
donde la vida me trato tan mal
y esta es mi raza
que por nada dejo
aunque volviero yo a sufrir igual
compa
soy cabal y sincero les digo
el habrdo mi propio destino
prometiendo la mano al amigo
pero al rico jamas me lo humillo
Sem Sorte
Eu nasci sem sorte e sem nada
desafiando o destino de frente
até o mais infeliz me humilhava
ignorando-me toda a gente
de repente minha sorte mudou??..
e de repente me vi entre a galera.
E essa gente finge ser feliz
Diante de um mundo vulgar e mentiroso
Gente hipócrita, rica e poderosa
Que de nada adianta ter dinheiro
Que morre igualzinho ao pobre???..
e sua cova é o mesmo buraco??..
Agora vou por caminhos diferentes
seguindo apenas o destino
e entre pobres me sinto feliz
se é amando meu amor eterno
com os pobres eu tiro o chapéu
e desprezo até o mais poderoso.
Sou cabal e sincero, eu digo
fiz meu próprio destino
prometendo a mão ao amigo
mas ao rico nunca me humilho.
Eu nunca tive o calor de um beijo
meus pobres velhos trabalhavam tanto
que nunca tiveram tempo pra isso
e assim cresci
sem ignorar o choro
não fui à escola
aprendi quando cresci
as letras não entram quando se tem fome
e não há quem te estenda a mão se você é pobre
por isso volto a esse povoado velho
donde a vida me tratou tão mal
e essa é minha raça
que por nada deixo
mesmo que eu volte a sofrer igual
parada.
Sou cabal e sincero, eu digo
fiz meu próprio destino
prometendo a mão ao amigo
mas ao rico nunca me humilho.
Composição: Angel Tucán González