Highland Mary
Ye banks, and braes, and streams around
The castle o' Montgomery,
Green be your woods, and fair your flowers,
Your waters never drumlie!
There Simmer first unfald her robes,
And there the langest tarry:
For there I took the last Fareweel
O'my sweet Highland Mary.
How sweetly bloom'd the gay, green birk,
How rich the hawthorn's blossom;
As underneath their fragrant shade,
I clasp'd her to my bosom!
The golden Hours, on angel wings,
Flew o'er me and my Dearie;
For dear to me as light and life
Was my sweet Highland Mary.
Wi' mony a vow, and lock'd embrace,
Our parting was fu'tender;
And pledging aft to meet again,
We tore oursels asunder:
But Oh, fell Death's untimely frost,
That nipt my Flower sae early!
Now green's the sod, and cauld's the clay,
That wraps my Highland Mary!
0 pale, pale now, those rosy lips
I aft hae kiss'd sae fondly!
And clos'd for ay, the sparkling glance,
That dwalt on me sae kindly!
And mouldering now in silent dust,
That heart that lo'ed me dearly!
But still within my bosom's core
Shall live my Highland Mary.
Maria das Terras Altas
As margens, os morros e os riachos ao redor
Do castelo de Montgomery,
Verdejam suas matas, e lindas suas flores,
Suas águas nunca são turvas!
Lá o Verão primeiro desprega suas vestes,
E lá o tempo mais demora:
Pois foi lá que dei o último Adeus
À minha doce Maria das Terras Altas.
Quão docemente floresceu a alegre, verde bétula,
Quão rica a flor do espinheiro;
Enquanto sob sua sombra perfumada,
Eu a abracei com carinho!
As Horas douradas, em asas de anjo,
Voaram sobre mim e minha Querida;
Pois querida pra mim como luz e vida
Era minha doce Maria das Terras Altas.
Com muitos votos e abraços apertados,
Nossa despedida foi cheia de ternura;
E prometendo nos encontrar de novo,
Nos separamos com dor:
Mas Oh, caiu o gelo prematuro da Morte,
Que cortou minha Flor tão cedo!
Agora verde é o solo, e fria é a terra,
Que envolve minha Maria das Terras Altas!
Oh, pálidos, pálidos agora, aqueles lábios rosados
Que tantas vezes beijei com tanto amor!
E fechados para sempre, o olhar cintilante,
Que me olhava tão gentilmente!
E agora apodrecendo em pó silencioso,
Aquele coração que me amou tanto!
Mas ainda dentro do meu peito
Viverá minha Maria das Terras Altas.