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Ninguém

Roberto Lambertucci

Nadie

¡Nadie!
yo no quiero ser el simple nadie,
de tu amor.
¡Piensa!
deja que martille en tu conciencia,
nuestro Dios...
Dime que el rencor en ti no existe,
bríndame el calor de tu regreso.
Dime que aún conservas el pañuelo
con el retrato del primer beso.

Siempre tristes,
miran sin mirar mis ojos tristes,
por tu amor.
¡Vamos! Vamos, ven y tiéndeme la mano,
del perdón.
Debes recordar nuestro pasado,
no se justifica tu desaire.
Piensa que no puedo ser el nadie
de tu amor.

Ninguém

Ninguém!
Eu não quero ser o simples ninguém,
do seu amor.
Pensa!
Deixa que martelam na sua consciência,
nosso Deus...
Me diz que a mágoa em você não existe,
me dá o calor do seu retorno.
Me diz que ainda guarda o lenço
com a foto do primeiro beijo.

Sempre tristes,
veem sem ver meus olhos tristes,
por seu amor.
Vamos! Vem, estende a mão pra mim,
do perdão.
Você deve lembrar do nosso passado,
não justifica seu desprezo.
Pensa que não posso ser o ninguém
do seu amor.

Composição: