Margot (part. Carlos Saavedra)
Desde lejos se te embroca
Pelandruna abacanada
Que has nacido en la miseria
De un cuartucho de arrabal
Pero hay algo que té vende
Yo no sé si es la mirada
La manera de sentarte
De charlar, de estar parada
O tu cuerpo acostumbrado
A la pilchas de percal
Ése cuerpo que hoy te marca
Los compases tentadores
Dél candombe de algún tango
En los brazos de un buen gil
Mientras triunfa tu silueta
Y tú traje de colores
Entre risas y piropos
De muchachos seguidores
Con el humo de los puros
Y el champagne de Armenonville
Són mentiras no fue un guapo
Haragán ni prepotente
No shofica veterano
Al que la vicio te largo
Vos rodaste por tu culpa
Y no fue inocentemente
Berretines de bacana
Que tenías en la mente
Desde el día en que un magnate
De yoguiyo te engrupio
Margot (part. Carlos Saavedra)
De longe você se destaca
Mulher bonita e atrevida
Que nasceu na miséria
De um quartinho de subúrbio
Mas há algo que te vende
Não sei se é o olhar
A maneira como se senta
Conversa, fica parada
Ou seu corpo acostumado
Com roupas de chita
Esse corpo que hoje marca
Os compassos tentadores
Do candombe de algum tango
Nos braços de um bom sujeito
Enquanto sua silhueta triunfa
E seu traje colorido
Entre risadas e cantadas
De rapazes seguidores
Com o fumo dos charutos
E o champanhe de Armenonville
São mentiras, não foi um valentão
Vagabundo ou prepotente
Não um veterano cafajeste
Que te deixou no vício
Você rolou por sua culpa
E não foi inocentemente
Frescuras de bacana
Que você tinha em mente
Desde o dia em que um magnata
De iogurte te enganou