Prisionero (part. Alberto Amor)
Libre es el viento
Que doma las distancias
Baja a los valles
Y sube a las montañas
Libre es el agua
Que se despeña y canta
Y el pájaro fugaz
Que surge ver la luz
La azul inmensidad
Libre es el potro
Que al viento la melena
Huele las flores
Que esmalta en la pradera
Libre es el cóndor
Señor de su cimera
Yo que no sé olvidar
Exclamó mi dolor
No tengo libertad
No estoy cautivó
Cargado de cadenas
Mi oscura carcel
Me guarda trás sus rejas
Soy prisionero
De incurable pena
Preso al recuerdo
De mi perdido bien
Nada me priva
De andar por dónde quiero
Pero no puedo
Librarme de tu amor
Y pese a todo
Soy prisionero
Dé los recuerdos
Que guarda el corazón
Prisioneiro (part. Alberto Amor)
Livre é o vento
Que doma as distâncias
Desce para os vales
E sobe para as montanhas
Livre é a água
Que se precipita e canta
E o pássaro fugaz
Que surge para ver a luz
A imensidão azul
Livre é o potro
Que ao vento a crina
Cheira as flores
Que esmaltam a pradaria
Livre é o condor
Senhor de sua crista
Eu, que não sei esquecer
Exclamo minha dor
Não tenho liberdade
Não estou cativo
Carregado de correntes
Minha escura cela
Me guarda atrás de suas grades
Sou prisioneiro
De uma pena incurável
Preso à lembrança
Do meu bem perdido
Nada me impede
De andar para onde quero
Mas não consigo
Me libertar do seu amor
E apesar de tudo
Sou prisioneiro
Das lembranças
Que o coração guarda