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Sem Nome

Rodrigo Alcaraz

Sin nombre

Si es que puedo regalar, una lágrima al caer
Cómo crees que es posible no quererte, cruel mujer...
He escrito mil poemas, tristes sobre ingratitud
y te he dado este tesoro de mi fragil juventud

No me queda más que decir, que yo soy aquel tu hombre
que te dio lo que no tuvo y ahora se quedó sin nombre
no me queda más que decir, y ahora me quedé sin nombre

Sem Nome

Se eu puder dar, uma lágrima ao cair
Como você acha que é possível não te amar, mulher cruel...
Escrevi mil poemas, tristes sobre ingratidão
e te dei esse tesouro da minha frágil juventude

Não me resta mais nada a dizer, que eu sou aquele seu homem
que te deu o que não tinha e agora ficou sem nome
não me resta mais nada a dizer, e agora fiquei sem nome