Negrita de mis amores...
Negrita de mis amores,
que yo por ti ando penando,
si no me quieres querer,
entonces decime cuándo.
Negrita de mi querer,
tan bonita y caprichosa,
eres como caña dulce,
tan dulcecita y sabrosa.
Negrita, no me abandones,
porque no puedo morir,
que si yo muero en tus brazos
ya se que vas a sufrir.
Negrita de mis pesares,
por tu amor vivo penando.
A todos diles que sí
pero no les digas cuando.
Así me dijiste a mí,
por eso vivo llorando.
Negrita dos meus amores...
Negrita dos meus amores,
que eu por ti ando sofrendo,
se não quer me amar,
me diz então quando.
Negrita do meu querer,
tão linda e caprichosa,
és como cana doce,
tão docinha e gostosa.
Negrita, não me abandone,
pois não posso morrer,
que se eu morrer em teus braços
já sei que você vai sofrer.
Negrita das minhas dores,
pelo teu amor ando penando.
Diga a todos que sim,
mas não diz quando, não.
Assim você me disse,
por isso vivo chorando.
Composição: Rolando Alarcon