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Nada

Romain Valentino

Nulla

La tua calma è un addio
Di cui immagino il pianto scuro
Ho seguito le ditanze come só
Di noi non è rimasto nulla
Nulla
Nulla

Quello che sono io
Nelle tasche del mondo
È un pensiero che scava l’anima
Di me non è rimasto nulla
Nulla
Nulla

Io per vivere rubo
Com le mani di un santo
I tesori splendenti muoiono
E non rimane nulla
Nulla
Nulla

De onde
Tudo falha não sobrou
Fotografia nenhuma
Nem postal
A poesia de canto, esquina, cruz e dor do mar
A poesia de ódio, enjoo, nojo e dom de olhar
Não deixa espaço
Para a vida esvanecer
Sem maldições

Nada

A sua calma é um adeus
Do qual imagino o choro profundo
Segui as distâncias como sei
De nós não sobrou nada
Nada
Nada

O que sou eu
Nos bolsos do mundo
É um pensamento que escava a alma
De mim não sobrou nada
Nada
Nada

Eu, pra viver, roubo
Com as mãos de um santo
Os tesouros brilhantes morrem
E não sobra nada
Nada
Nada

De onde
Tudo falha, não sobrou
Nenhuma fotografia
Nem postal
A poesia de canto, esquina, cruz e dor do mar
A poesia de ódio, enjoo, nojo e dom de olhar
Não deixa espaço
Pra vida esvanecer
Sem maldições

Composição: Romain Valentino