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Os Últimos (part. Luis Vargas)

Romeo Santos

Los Últimos (part. Luis Vargas)

A los dos nos hizo daño
Y no veo le remordió
Pues la secuela de su engaño
La hace sentirse superior

Hasta quedamos enemigos en discordia por su amor
Caímos feos en sus garras
No sabemos quién fue más idiota
Entre tú y yo

Los últimos tontos, una canción
Donde la mandamo’ al infierno
Y murió
Ojalá que sufra así en carne viva por todos sus delitos

Los últimos que vimos su interior
Por dentro es maligna, negro el corazón
Ella posee la destreza de amarrarte
Vestida de angelito

Propongo una tregua
No quiero ser tú rival
Por esa maldita que nos ha pagado mal
Tarde pero ya ha de saber
Que no vale la pena
Tráiganos tequila, whiskey, y un litro de ron
Hoy se hace una orgía de bachatas y licor
Estos reyes no quieren dolor de una supuesta reina

Mira
Llegaron los que sí saben
Es tu rey supremo
The king

Los últimos tontos, una canción
Donde la mandamo’ al infierno
Y murió
Ojalá que sufra así en carne viva por todos sus delitos

Los últimos que vimos su interior
Por dentro es maligna, negro el corazón
Ella posee la destreza de amarrarte
Vestida de angelito

Propongo una tregua
No quiero ser tú rival
Por esa maldita que nos ha pagado mal
Tarde pero ya ha de saber
Que no vale la pena
Tráiganos tequila, whiskey, y un litro de ron
Hoy se hace una orgía de bachatas y licor
Estos reyes no quieren dolor de una supuesta reina

Bravo, bravo

Compartimos las penas, la desgracia y condena
De ser los finalistas que engaño la morena

De rodilla embriagado con un rosario en las manos
Le pido a Dios que la castigue
Que no se apiade de ella, de ella
(Que se queme el infierno del abismo) de ella sí
(Por inconsciente y traicioneira) de ella
(Con los hombres no se juega)

Ojalá se la lleve el diablo y nos vamos a gozar
Ojalá se la lleve el diablo y nos vamos a gozar
Porque tú jugaste bien conmigo, esa buena desgracia
Que se quede en el infierno
Nos vamos a celebrar

Ay, qué fiesta
Hija 'e tu maldita madre

Os Últimos (part. Luis Vargas)

A nós dois causou dano
E não vejo remorso
Pois, a sequela de seu engano
A faz sentir-se superior

Até nós éramos inimigos em discórdia por seu amor
Caímos feios em suas garras
Não sabemos quem foi mais idiota
Entre tu e eu

Os últimos tontos, uma canção
Para onde a mandamos para o inferno
E morreu
Tomará que ela sofra assim em carne viva por todos os seus delitos

Os últimos que vimos seu interior
Por dentro é maligna, negro o coração
Ela possou a destreza de amarrá-lo
Vestida de anjinho

Proponho uma trégua
Não quero ser teu rival
Por essa maldita que nos pagou mal
Tarde, mas você deve saber
Que não vale a pena
Traga-nos tequila, uísque e um litro de rum
Hoje e só uma orgia de bachatas e licores
Esses reis não querem dor de uma suposta rainha

Olhe
Chegou os que sabem
És tu o rei supremo
O rei

Os últimos tontos, uma canção
Onde a mandamos para o inferno
E morreu
Tomará que ela sofra assim em carne viva por todos os seus delitos

Os últimos que vimos seu interior
Por dentro é maligna, negro o coração
Ela possou a destreza de amarrá-lo
Vestida de anjinho

Proponho uma trégua
Não quero ser seu rival
Por essa maldita que nos pagou mal
Tarde, mas você deve saber
Que não vale a pena
Traga-nos tequila, uísque e um litro de rum
Hoje e só uma orgia de bachatas e licores
Esses reis não querem dor de uma suposta rainha

Bravo, bravo

Compartilhamos as tristezas, a desgraça e a condenação
De serem os finalistas que enganados pela morena

De joelhos embriagado com um rosário nas mãos
Eu peço a Deus que a castigue
Não tenha piedade dela, dela
(Que se queime no inferno do abismo) dela sim
(Por inconsciente e traiçoeira) dela
(Com os homens não se joga)

Tomará que a leve o diabo e nos vamos gozar
Tomará que a leve o diabo e nos vamos gozar
Porque você jogou bem comigo, essa boa desgraça
Que ela fique no inferno
Nós vamos a celebrar

Aí, que festa
Filha da sua maldita mãe