Era Un Garaje
No hay nada igual
Que me guste mas
Que una fiesta gitana
Me llevo tres dias
Y hago lo que me viene en gana
Mi tia me cantaba
Cosas al oido
Que me hacian olvidar
Y me quitaba to el sentio
Era un garaje
Y con luces muy magicas
Y voces de princesas
Y colores que me raptan
Pieles de aceitunas
Cantes de mi raza
Flores donde vive
Y ese duende que me canta a mi
Lerele, lerele, lerele.
Vente conmigo
A escuchar este buen son
Que la sangre grite
Y llegue fuerte al corazón
Vamonos prontito
Que la fiesta empieza
Deja el relojito
Que el tiempo no cuenta alli.
En ese garaje
Hay luces muy magicas
Voces de princesas
Y colores que me raptan.
Pieles de aceitunas
Cantes de mi raza
Flores donde vive
Y ese duende que me canta a mi.
Era Um Garagem
Não há nada igual
Que eu goste mais
Do que uma festa cigana
Levei três dias
E faço o que me dá na telha
Minha tia me cantava
Coisas no ouvido
Que me faziam esquecer
E me tiravam toda a sensação
Era um garagem
Com luzes muito mágicas
E vozes de princesas
E cores que me sequestram
Peles de azeitonas
Cantos da minha raça
Flores onde vive
E esse duende que canta pra mim
Lerele, lerele, lerele.
Vem comigo
Ouvir esse som bom
Que o sangue grite
E chegue forte ao coração
Vamos logo
Que a festa começa
Deixa o relógio
Que o tempo não conta lá.
Nesse garagem
Tem luzes muito mágicas
Vozes de princesas
E cores que me sequestram.
Peles de azeitonas
Cantos da minha raça
Flores onde vive
E esse duende que canta pra mim.
Composição: A. Flores / F. Illán / R. Flores