Balderrama (Zamba)
A orillitas del canal
Cuando llega la mañana
Sale cantando la noche
Desde lo de balderrama
Sale cantando la noche
Desde lo de balderrama
Adentro puro temblar
El bombo con la baguala
Y se alborota quemando
Dele chispear las guitarras
Y se alborota quemando
Dele chispear las guitarras
Lucero solito
Brote del alma
Donde iremos a parar
Si se apaga balderrama
Donde iremos a parar
Si se apaga balderrama
Si uno se pone a cantar
Un cochero lo acompaña
Y en cada vaso de vino
Tiembla el lucero del alba
Y en cada vaso de vino
Tiembla el lucero del alba
Zamba del amanecer
Arrullo de balderrama
Llora por la medianoche
Canta por la madrugada
Llora por la medianoche
Canta por la madrugada
Lucero solito
Brote del alma
Donde iremos a parar
Si se apaga balderrama
Donde iremos a parar
Si se apaga balderrama
Balderrama (Zamba)
À beira do canal
Quando chega a manhã
A noite sai cantando
Lá do balderrama
A noite sai cantando
Lá do balderrama
Dentro é só tremor
O bombo com a baguala
E se agita queimando
Deixa as guitarras brilharem
E se agita queimando
Deixa as guitarras brilharem
Estrela solitária
Broto da alma
Pra onde vamos parar
Se o balderrama se apaga
Pra onde vamos parar
Se o balderrama se apaga
Se alguém começa a cantar
Um cocheiro o acompanha
E em cada copo de vinho
Treme a estrela da manhã
E em cada copo de vinho
Treme a estrela da manhã
Zamba do amanhecer
Canção do balderrama
Chora pela meia-noite
Canta pela madrugada
Chora pela meia-noite
Canta pela madrugada
Estrela solitária
Broto da alma
Pra onde vamos parar
Se o balderrama se apaga
Pra onde vamos parar
Se o balderrama se apaga
Composição: Gustavo Leguizamón / Manuel José Castilla