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Balderrama (Zamba)

Ruben Alberto Benegas

Balderrama (Zamba)

A orillitas del canal
Cuando llega la mañana
Sale cantando la noche
Desde lo de balderrama
Sale cantando la noche
Desde lo de balderrama

Adentro puro temblar
El bombo con la baguala
Y se alborota quemando
Dele chispear las guitarras
Y se alborota quemando
Dele chispear las guitarras

Lucero solito
Brote del alma
Donde iremos a parar
Si se apaga balderrama
Donde iremos a parar
Si se apaga balderrama

Si uno se pone a cantar
Un cochero lo acompaña
Y en cada vaso de vino
Tiembla el lucero del alba
Y en cada vaso de vino
Tiembla el lucero del alba

Zamba del amanecer
Arrullo de balderrama
Llora por la medianoche
Canta por la madrugada
Llora por la medianoche
Canta por la madrugada
Lucero solito
Brote del alma
Donde iremos a parar
Si se apaga balderrama
Donde iremos a parar
Si se apaga balderrama

Balderrama (Zamba)

À beira do canal
Quando chega a manhã
A noite sai cantando
Lá do balderrama
A noite sai cantando
Lá do balderrama

Dentro é só tremor
O bombo com a baguala
E se agita queimando
Deixa as guitarras brilharem
E se agita queimando
Deixa as guitarras brilharem

Estrela solitária
Broto da alma
Pra onde vamos parar
Se o balderrama se apaga
Pra onde vamos parar
Se o balderrama se apaga

Se alguém começa a cantar
Um cocheiro o acompanha
E em cada copo de vinho
Treme a estrela da manhã
E em cada copo de vinho
Treme a estrela da manhã

Zamba do amanhecer
Canção do balderrama
Chora pela meia-noite
Canta pela madrugada
Chora pela meia-noite
Canta pela madrugada
Estrela solitária
Broto da alma
Pra onde vamos parar
Se o balderrama se apaga
Pra onde vamos parar
Se o balderrama se apaga

Composição: Gustavo Leguizamón / Manuel José Castilla