Ya no te puedo querer
No quiero que me supliques
que yo te quiera
no quiero verte llorar
ni quiero que pases pena;
despreciaste mi cariño
cuando yo te lo entregaba
y un cuchillo me clavabas
en mitad del corazón;
Lo mismo que estás sufriendo
yo también por ti sufrí
hazte cuenta que me he muerto
y no te acuerdes de mí.
No te puedo querer,
porque no sientes lo que yo siento.
No te puedo querer
apártame de ti pensamiento.
Un día te quise
y al verme llorando
tú te reías de mi padecer;
ahora es tarde
no hay remedio
ya no te puedo querer.
Yo bien quisiera quererte
pero no puedo
la culpa no tengo yo
ni mando en mi sentimiento;
tú jamás podrás negarlo
que te quise ciegamente
y que esclavo estuve siempre
de tu gusto y voluntad;
si ahora ya no te quiero
no te debes de quejar
si te pago con moneda
que tu me enseñaste a usar.
No te puedo querer,
porque no sientes lo que yo siento.
No no no no te puedo querer
apártame de tu pensamiento.
Un día te quise
y al verme llorando
tú te reías de mi padecer;
ahora es tarde
no hay remedio
ya no te puedo querer.
Já Não Posso Te Querer
Não quero que me implore
que eu te queira
não quero te ver chorar
nem quero que sofra;
desprezaste meu carinho
quando eu te entregava
e uma faca me cravavas
no meio do coração;
Assim como você está sofrendo
eu também sofri por você
faça de conta que eu morri
e não se lembre de mim.
Não te posso querer,
porque não sentes o que eu sinto.
Não te posso querer
afasta de mim esse pensamento.
Um dia eu te quis
e ao me ver chorando
tu rias do meu sofrer;
hoje é tarde
não há remédio
já não te posso querer.
Eu bem queria te querer
mas não consigo
a culpa não é minha
nem mando no meu sentimento;
você nunca poderá negar
que eu te amei cegamente
e que sempre fui escravo
do seu gosto e vontade;
se agora já não te quero
não deve se queixar
se te pago com a moeda
que você me ensinou a usar.
Não te posso querer,
porque não sentes o que eu sinto.
Não não não não te posso querer
afasta de mim esse pensamento.
Um dia eu te quis
e ao me ver chorando
tu rias do meu sofrer;
hoje é tarde
não há remédio
já não te posso querer.
Composição: Pedro A. Vega