395px

Tempestade em um Copo d'Água

Rubik

Storm In a Glass Of Water

We know how it ends
We know how it will tear us apart
Arms stretched to the ocean
Arms around the clock we'll succumb
We know how it ends
It sure will end
It'll take us apart

Comforting's the way how silence
Finds its way to open arms
It followed me back home, that rat
I cracked, i felt its luring charm

It's following me where the night begins
Across the line between
Picture blurs, the clock arms turn
I'm out of hospitality
We'll be one
It feels like turning into something in between

It's coming, it's rightwards upside down
Black fortress, evil empire
It's coming to hunt down all we are
Just scorches, towers aspired
I'm trying to find back to your arms
Black fortress, evil empire
Is coming to hunt down all we are
All we are

So the evening slipped
Into the night and then to dawn
We sent the newborn
To a faraway ship and
To a battle he would row
A few would row back

And we drank and we drank
And we drank at the cemetery gates
As always
And, as always
Surroundings in line with the taste
Of a life
Gone to waste

It's coming, it's rightwards upside down
Black fortress, evil empire
It's coming to hunt down all we are
Just scorches, towers aspired
I'm trying to find back to your arms
Black fortress, evil empire

Tempestade em um Copo d'Água

Sabemos como termina
Sabemos como vai nos separar
Braços estendidos para o oceano
Braços ao redor do relógio, vamos sucumbir
Sabemos como termina
Com certeza vai acabar
Vai nos despedaçar

Confortante é como o silêncio
Encontra seu caminho para os braços abertos
Ele me seguiu de volta pra casa, aquele rato
Eu cedi, senti seu charme sedutor

Ele me segue onde a noite começa
Atravessando a linha entre
A imagem embaça, os ponteiros giram
Estou fora da hospitalidade
Seremos um
Parece que estou me transformando em algo no meio

Está vindo, está de cabeça pra baixo
Fortaleza negra, império do mal
Está vindo pra caçar tudo que somos
Apenas queimaduras, torres aspiradas
Estou tentando voltar para seus braços
Fortaleza negra, império do mal
Está vindo pra caçar tudo que somos
Tudo que somos

Então a noite escorregou
Para a noite e depois para a aurora
Mandamos o recém-nascido
Para um navio distante e
Para uma batalha que ele remaria
Poucos remariam de volta

E nós bebemos e bebemos
E bebemos nos portões do cemitério
Como sempre
E, como sempre
Os arredores em sintonia com o gosto
De uma vida
Desperdiçada

Está vindo, está de cabeça pra baixo
Fortaleza negra, império do mal
Está vindo pra caçar tudo que somos
Apenas queimaduras, torres aspiradas
Estou tentando voltar para seus braços
Fortaleza negra, império do mal

Composição: Artturi Taira / Rubik