Nau
Nau de vento, nau dos homes
Que vogan na inmensidade
Somos xente de Galicia
Onde a terra bica o mar-e
Nau de somos, nau de espranzas
Nau de infinda veleidade
O esquece as suas raices
Verde a sua identidade.
Nau (Tradução)
Nau de vento, nau dos homens
O que vogan na imensidão
Somos gente da Galícia
Onde a terra beijar o mar-e
Nau de nós, nau da esperança
Nau de infinda veleidade
O esquece as suas raízes
Verde a sua identidade.