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Charmeleão

Sabino

Charmeleon

(Sabino, nena, va)

Sabino, nena, va

Lo bonito de la música
Es que me hace como un GIF
Eterno

Lo bonito de las musas
Es que me hacen revivir
No muero

A veces se me olvida
Nada más sentarme y observar
Porque me ganan más
Las ganas de sacar el celular

Y hay veces en las que
Alimento el ego checando los likes
O abriendo los DM's
Pa’ ver cuántas quieren ligar

Luego me digo: Pablo ¿pa’ qué?
Recompensas instantáneas, nel
¡Concéntrate!

Juego y me mido la ropa que
Pensaba que no me quedaba
Solo para presumirte

A mí puedes llamarme: Mar
No me tengas miedo
Pero sí respétame, si no te vas a ahogar
Puedes tratarme de imitar
Y aunque vengas medio al pedo
No eres reta, men
Sabino te va a ahorcar

Con mis manos en tu cuello
O jalándote el cabello
Te voy a dejar mi sello
Te voy a ahorcar
Te va a gustar

Rasguños y cachetadas
O mordiscos y nalgadas
Mi mano roja marcada
Te voy a ahorcar
Te va a gustar

Y no es fetiche, my men
Tú eres cliché
Hablándoles de Nietzsche
Ligando oliendo a Fraiché
Como playera del Ché: Genérico
Con esa ya te chingué, hey let it go

Que Sabino cambió: Evolución
Y apenas empezó: Charmeleon
La comparada no para
Y para tu mala suerte
La compra ‘e mis entradas
Anda súper fuerte

Te voy a dar de comer: Genarito
Y si acaso te empachas, jálate el cuerito
Te voy a dar de beber de mi pajarito
Hice caso, ¿me cachas? Hablo en pretérito

Jálale, cálale
Y háblale al que sí le sale
Pídele y dile que te escriba
Algo que a mí me cale
¿Sale vale? Vale, llégale
Déjale a los grandes este jale
A mí me vale
No soy Alex, pero a mí me vales, wey

Con mis manos en tu cuello
O jalándote el cabello
Te voy a dejar mi sello
Te voy a ahorcar
Te va a gustar

Rasguños y cachetadas
O mordiscos y nalgadas
Mi mano roja marcada
Te voy a ahorcar
Te va a gustar

Traje palomitas
Para ver cómo haces el ridículo
Por mucho que te esfuerces
No te sale, papi, bro
En unos años vas a oír lo que decías
Para darte cuenta
Que eran puras tonterías

Par de tres
Lo bonito de internet
Que si lo que subes
No puedes quitarlo
No son aretes
¡Ándele!

Lo bonito del SabHop
Si lo consumes no puedes dejarlo
Chips verdes

Por lo menos la música
No me abandonó
Su turno

En las buenas y en las malas
Siempre se quedó
Y tú no

Ella me da de comer
Y me viste, la amo
Yo a ti te di de comer
Y me mordiste la mano
Y lo cómico de todo
Es que, aunque tú seas un ano
Yo siempre voy a quedar como el malo

Con mis manos en tu cuello
O jalándote el cabello
Te voy a dejar mi sello
Te voy a ahorcar
Te va a gustar

Rasguños y cachetadas
O mordiscos y nalgadas
Mi mano roja marcada
Te voy a ahorcar
Te va a gustar

Te voy a ahorcar
Te va a gustar
Te voy a ahorcar
Te va a gustar
Te voy a ahorcar
Te va a gustar

Sabino, nena, va

Charmeleão

(Sabino, nena, vai)

Sabino, nena, vai

O legal da música
É que me faz sentir como um GIF
Eterno

O legal das musas
É que me fazem reviver
Não morro

Às vezes eu esqueço
Só de sentar e observar
Porque me ganham mais
As vontades de pegar o celular

E tem vezes que
Alimento o ego conferindo os likes
Ou abrindo os DM's
Pra ver quantas querem me pegar

Depois eu me digo: Pablo, pra quê?
Recompensas instantâneas, não
¡Concentra!

Brinco e experimento a roupa que
Achava que não me servia
Só pra te impressionar

Você pode me chamar de: Mar
Não tenha medo de mim
Mas me respeite, se não vai se afogar
Pode tentar me imitar
E mesmo que venha meio perdido
Você não é páreo, cara
Sabino vai te apertar

Com minhas mãos no seu pescoço
Ou puxando seu cabelo
Vou deixar minha marca
Vou te apertar
Você vai gostar

Arranhões e tapas
Ou mordidas e palmadas
Minha mão vermelha marcada
Vou te apertar
Você vai gostar

E não é fetiche, meu chapa
Você é clichê
Falando de Nietzsche
Tentando conquistar cheirando a Fraiché
Como camiseta do Ché: Genérica
Com essa já te ferrei, hey, deixa pra lá

Que Sabino mudou: Evolução
E mal começou: Charmeleão
A comparação não para
E pra sua má sorte
A compra das minhas entradas
Está super forte

Vou te dar de comer: Genarito
E se você se empachar, puxa o couro
Vou te dar de beber do meu passarinho
Prestei atenção, entendeu? Falo no pretérito

Puxa, tenta
E fala com quem realmente manda
Peça e diga pra ele te escrever
Algo que me toque
Beleza? Valeu, chega aí
Deixa pros grandes esse trampo
Pra mim tanto faz
Não sou Alex, mas pra mim você vale, cara

Com minhas mãos no seu pescoço
Ou puxando seu cabelo
Vou deixar minha marca
Vou te apertar
Você vai gostar

Arranhões e tapas
Ou mordidas e palmadas
Minha mão vermelha marcada
Vou te apertar
Você vai gostar

Trouxe pipoca
Pra ver como você faz papel de idiota
Por mais que você se esforce
Não rola, papi, bro
Daqui a alguns anos você vai ouvir o que dizia
Pra perceber
Que eram só bobagens

Um par de três
O legal da internet
É que se você posta
Não pode apagar
Não são brincadeiras
¡Ándele!

O legal do SabHop
Se você consome não consegue parar
Chips verdes

Pelo menos a música
Não me abandonou
É a vez dela

Nos bons e nos maus momentos
Sempre ficou
E você não

Ela me alimenta
E me veste, eu a amo
Eu te dei de comer
E você mordeu minha mão
E o cômico de tudo
É que, mesmo você sendo um idiota
Eu sempre vou ficar como o vilão

Com minhas mãos no seu pescoço
Ou puxando seu cabelo
Vou deixar minha marca
Vou te apertar
Você vai gostar

Arranhões e tapas
Ou mordidas e palmadas
Minha mão vermelha marcada
Vou te apertar
Você vai gostar

Vou te apertar
Você vai gostar
Vou te apertar
Você vai gostar
Vou te apertar
Você vai gostar

Sabino, nena, vai

Composição: