Orgasmo Violento
Orgasmo Violento
Cuando te vi esa noche
Jamás imagine
Que me llevarías
Hasta el propio extremo
En verdad te agradezco
Me hiciste descubrir
Mi parte oscura
Cosas que no había, imaginado
Te ate a mi cama
Me lo pediste
Yo seguí tu juego
Porque te excitaba
Lamí todo tu cuerpo
Pedías mas y mas
Y mordí tu cuello
Para descubrir, que te gustaba
Pedías que apretara
Mis dientes
Mientras penetraba
Tu sexo
Pedías que mordiera
Mas fuerte
Que ibas a acabar
Y mis ojos se
Posaron sobre una
Gillette que había
En la mesa de luz
Y tu mirada
Perversa y febril
Que me dijo
Sin pronunciar palabra
Corta, corta, corta
Que estoy por acabar
Corta, corta
Que estoy por explotar
Corta, corta, que voy a morir
Corta, corta, corta, corta
Y hasta el hueso yo llegue
Y la sangre de tus venas
Nos baño
Roja, caliente
Inundando de color rojo
Toda la habitación
Tu gritabas
Pero no oía
Todo era
Rojo, caliente
Y sumido
En el paroxismo
Ya no podía parar
Y mi semen
Te inundaba
Como torrente
Blanco, caliente
Y tu cuerpo
Casi inerte
Suspiraba su final
Y ahora uno seremos siempre
Dentro mío por siempre estarás
Comeré tu cuerpo húmedo y caliente
Dentro mío por siempre estarás
Quiero comer de tu cuerpo caliente
Y tu esencia poder devorar
Masticar tu corazón latente
Y saciar mi pasión voraz
Orgasmo Violento
Orgasmo Violento
Quando te vi naquela noite
Jamais imaginei
Que me levarias
Até o próprio limite
Na verdade, te agradeço
Me fizeste descobrir
Meu lado obscuro
Coisas que não havia imaginado
Te prendi na minha cama
Você pediu
Eu segui seu jogo
Porque te deixava excitada
Lambi todo o seu corpo
Você pedia mais e mais
E mordi seu pescoço
Pra descobrir que você gostava
Você pedia que eu apertasse
Meus dentes
Enquanto penetrava
Seu sexo
Você pedia que mordesse
Mais forte
Que estava prestes a acabar
E meus olhos se
Posaram sobre uma
Gillette que havia
Na mesa de cabeceira
E seu olhar
Perverso e febril
Que me disse
Sem pronunciar palavra
Corta, corta, corta
Que estou prestes a acabar
Corta, corta
Que estou prestes a explodir
Corta, corta, que vou morrer
Corta, corta, corta, corta
E até o osso eu cheguei
E o sangue das suas veias
Nos banhou
Vermelho, quente
Inundando de cor vermelha
Todo o quarto
Você gritava
Mas eu não ouvia
Tudo era
Vermelho, quente
E imerso
No paroxismo
Já não podia parar
E meu sêmen
Te inundava
Como um torrente
Branco, quente
E seu corpo
Quase inerte
Suspirava seu final
E agora seremos um sempre
Dentro de mim por sempre estarás
Comerei seu corpo úmido e quente
Dentro de mim por sempre estarás
Quero comer do seu corpo quente
E sua essência poder devorar
Mastigar seu coração pulsante
E saciar minha paixão voraz