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Manifesto do Pinguim Assassino

Salón Victoria

Manifiesto Del Pinguino Asesino

Más ya no quiero vivir
Siendo el modelo de decencia
Acorralado en la precaución
Del bien y mal batido con perdón.

Y si me dices buena gente
Tan solo he sido indiferente
Acorazado en mi pasado
Negándome otra solución
Otro placer, ya tengo otro placer
Otra ilusión, otra ilusión.

Yo quiero ser un disidente
De lo que opina tanta gente
Jugar poquito a la anarquia
Sacarle canas a la policía y a mi tía.

Y si viene revolución
O si llega la 23
En eso pongo yo mi fe
Y que no falle mi penaltie.

Yo quiero ser un disidente
De lo que vota tanta gente
Poner en duda la balanza
Ya no me gusta la falacia democracia
Y si viene revolución
O viene el caos otra vez
Yo ya no quiero más tener
Al fin y al cabo que nunca nada, nada esta muy bien
Nada esta muy bien
Nada esta muy bien
Nada esta muy bien
Nada esta.

Manifesto do Pinguim Assassino

Mas eu já não quero viver
Sendo o modelo de decência
Atrapalhado na precaução
Do bem e do mal misturados com perdão.

E se você me diz que sou gente boa
Eu só fui indiferente
Blindado no meu passado
Me negando a outra solução
Outro prazer, já tenho outro prazer
Outra ilusão, outra ilusão.

Eu quero ser um dissidente
Do que tanta gente opina
Brincar um pouco de anarquia
Fazer a polícia e minha tia ficarem grisalhas.

E se vem a revolução
Ou se chega a 23
Nisso eu coloco minha fé
E que meu pênalti não falhe.

Eu quero ser um dissidente
Do que tanta gente vota
Colocar em dúvida a balança
Já não gosto da falácia da democracia
E se vem a revolução
Ou vem o caos de novo
Eu já não quero mais ter
Afinal, que nunca nada, nada está muito bem
Nada está muito bem
Nada está muito bem
Nada está muito bem
Nada está.

Composição: