Trampa
Pocos saben la ciudad es una trampa
Camarón que se duerme amanece sin llantas
En esta orbe donde todos se me espantan
Es fácil engañarlos, no creas en tu mirada
Dentro de lo que ves un alma perturbada
No quiere dar entrada, mejor estoy sin nada
Me toman de exagerado por mis armas
Pero me han traicionado, solo cuido mi espalda
Tú sabes de lo que hablo todo el día
De pura hipocresía, de los falsos mesías
No me entierren, aviéntenme a las vías
Rata de alcantarilla, que coma mis retinas
Hernias por cargar penas, pura merma
Salva te enseña como es que se prende la leña
Salva te enseña como es que se preña cigüeñas
Mañana haré un espacio para ideas tan enfermas
Tu en compañía de falsos colegas
Yo en compañía de gusanos y moscas
Mientras tomas el Sol en tu alberca
Yo en el océano rodeado por orcas
No entienden como sale este super arte
Bien tranquilito sin tener que esforzarme
No te voy a hablar de como auto superarte
Mejor vive el presente sin querer cambiarte
La vida no se piensa a si misma
Solo se vive, disfruta la vista
Yo relajado manejo la pista
Siempre pendiente, otro perro mexica
La vida no se piensa a si misma
Solo se vive, disfruta la vista
Yo relajado manejo la pista
Siempre pendiente
Ya te la sabes, en el barrio hablamos en clave
En level to level no compiten los lugares
Donde se plante tu padre, hablen pero no de calle
No sabes lo que te espera hijo e la concha de tu madre
Sombras colgadas con cables
Alucinaciones graves
En trance me mira el alce
Sabe que soy su verdugo
Solo le vo a dar un chance
Rápido antes que dispare
Las estrellas iluminan como me baño en su jugo
Desde luego, salgo y pego como Diego
Ya no juego a los legos, solo leo
Nunca seré obrero, ni carroñero
Nuca vaca, soy carnicero
Pa mis perros hay dinero
Nunca en ceros
Hasta pa los loqueros
No me quiebro, si yo se lo que quiero
Poner pan en la mesa de Enero a Enero
Desde luego, salgo y pego como Diego
Ya no juego a los legos, solo leo
Nunca seré obrero, ni carroñero
Nuca vaca, soy carnicero
Pa mis perros hay dinero
Nunca en ceros
Hasta pa los loqueros
No me quiebro, si yo se lo que quiero
Poner pan en la mesa de Enero a Enero
Trampa
Poucos sabem que a cidade é uma armadilha
Camarão que dorme amanhece sem pneus
Neste mundo onde todos se assustam
É fácil enganá-los, não confie no seu olhar
Dentro do que você vê, uma alma perturbada
Não quer dar entrada, melhor ficar sem nada
Me acham exagerado por minhas armas
Mas me traíram, só cuido das minhas costas
Você sabe do que falo o dia todo
De pura hipocrisia, dos falsos messias
Não me enterrem, me joguem nos trilhos
Rato de esgoto, que coma minhas retinas
Hernias por carregar penas, pura perda
Salva te ensina como se acende a lenha
Salva te ensina como se engravidam cegonhas
Amanhã farei um espaço para ideias tão doentias
Você na companhia de falsos colegas
Eu na companhia de vermes e moscas
Enquanto você toma sol na sua piscina
Eu no oceano cercado por orcas
Não entendem como sai essa super arte
Bem tranquilo, sem precisar me esforçar
Não vou te falar como se auto superar
Melhor viva o presente sem querer mudar
A vida não pensa por si mesma
Só se vive, aproveite a vista
Eu relaxado, dirijo a pista
Sempre atento, outro cachorro mexicano
A vida não pensa por si mesma
Só se vive, aproveite a vista
Eu relaxado, dirijo a pista
Sempre atento
Já sabe, no bairro falamos em código
Em nível a nível, não competem os lugares
Onde seu pai se planta, falam, mas não de rua
Você não sabe o que te espera, filho da sua mãe
Sombras penduradas com fios
Alucinações graves
Em transe, o alce me observa
Sabe que sou seu algoz
Só vou dar uma chance
Rápido, antes que dispare
As estrelas iluminam como me banho no seu suco
Desde logo, saio e bato como Diego
Já não brinco de lego, só leio
Nunca serei operário, nem urubu
Nunca vaca, sou açougueiro
Para meus parceiros tem grana
Nunca em zero
Até para os doidos
Não me quebro, se eu sei o que quero
Colocar pão na mesa de Janeiro a Janeiro
Desde logo, saio e bato como Diego
Já não brinco de lego, só leio
Nunca serei operário, nem urubu
Nunca vaca, sou açougueiro
Para meus parceiros tem grana
Nunca em zero
Até para os doidos
Não me quebro, se eu sei o que quero
Colocar pão na mesa de Janeiro a Janeiro