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Mocidade Alegre 2025 - Aquiles da Vila e Cia

Samba Concorrente

É coisa de preto!
Mistério e magia
Herança do legado ancestral
Abrigo de cada oração
Sinônimo de proteção
Macumba trazida no peito
Feitiço nas mãos
Em Mali o povo eternizou
Rosário trouxe opelê-ifá
A chama não se apagou
E reexistirá!
Na vida, é preciso acreditar

O gingado atrevido exala da cor
Tem mandinga nas ruas de São Salvador
Os balangandãs, pra enfeitar, abençoar

Chega de sofrer!
Não vamos aceitar
A face da cruel ignorância
Gira baiana, evoca os ancestrais
Derrota a intolerância!
Nossa família em união
Enfim, chegou a hora
Dez! Na terça, o terço na mão
Dez! É o dia da consagração
Dez! Mais uma estrela no pavilhão

Firma o batuque, ecoa um canto de fé!
Mocidade é negritude, axé!
É corpo que arrepia
A força a nos guiar
Quem não pode com a morada, não carrega patuá

Composição: Marcio André, Fabiano Sorriso, Marcos Vinícius, Salgado Luz, Aquiles da Vila, Tomageski, Leandro Flecha, Beto Colorado, André Aleixo, Daniel Goulart, Fabian Juarez, Chico Maia