Hambre
Rap Trap Récords
Abandonado
Y tiene días que no ha comido
Desesperado
Camina en la calle perdido
No ha conseguido alimento y lleva días que no ha dormido
Por un lugar desconocido
A morder va decidido
Él no conoce a su madre, ni tampoco a su padre-eh
Tiene caliente la sangre-eh
Él no quiere morir de hambre-eh
Él vive tranquilo caminando por la calle solitaria
La soledad lo acompaña, quiere la dosis necesaria
Su mente por dentro se daña (ye-eh-eh-eh)
En esa esquina casi perdiendo la vida
Escurre sangre le han dejado una herida
Solamente la suerte lo cuida
Por un laberinto de callejones sin salida
Abandonado
Y tienes días que no ha comido
Desesperado
Camina en la calle perdido
No ha conseguido alimento y lleva días que no ha dormido-oh
Por un lugar desconocido-oh
A morder va decidido-oh
No confía en nadie tiene triste la mirada
Siempre camina solo conoce la madrugada
Acostumbrado al frío lleva el alma congelada
Vagando sin temor no le tiene miedo a nada
No tiene dueño ni casa dónde vivir
Las calles su refugio no tiene dónde dormir
Él solo tiene hambre y ganas de sobrevivir
Dispuesto a conseguirlo todo antes de morir
Tiene hambre de amor, si te acercas desconoce
No sabe querer, el cariño no conoce
Pasan de las doce, que nadie lo acose, los sen-timientos ya no los reconoce
Es un anónimo nadie sabe su nombre
Ha visto de todo, no hay nada que lo asombre
Si le hablas no responde, mejor deja que ronde
En el día se esconde y nadie sabe dónde
Abandonado
Y tiene días que no ha comido
Desesperado
Camina en la calle perdido
No ha conseguido alimento y lleva días que no ha dormido
Por un lugar desconocido
A morder va decidido
Fome
Rap Trap Records
Abandonado
E faz dias que não comeu
Desesperado
Caminha na rua perdido
Não conseguiu alimento e faz dias que não dormiu
Por um lugar desconhecido
Decidido a morder
Ele não conhece sua mãe, nem seu pai-eh
Tem o sangue quente-eh
Ele não quer morrer de fome-eh
Ele vive tranquilo caminhando pela rua solitária
A solidão o acompanha, quer a dose necessária
Sua mente por dentro se danifica (ye-eh-eh-eh)
Naquela esquina quase perdendo a vida
Escorre sangue, deixaram-lhe uma ferida
Somente a sorte o cuida
Por um labirinto de becos sem saída
Abandonado
E faz dias que não comeu
Desesperado
Caminha na rua perdido
Não conseguiu alimento e faz dias que não dormiu-oh
Por um lugar desconhecido-oh
Decidido a morder-oh
Não confia em ninguém, tem o olhar triste
Sempre caminha sozinho, conhece a madrugada
Acostumado ao frio, tem a alma congelada
Vagando sem medo, não teme nada
Não tem dono nem casa onde viver
As ruas seu refúgio, não tem onde dormir
Ele só tem fome e vontade de sobreviver
Disposto a conseguir tudo antes de morrer
Tem fome de amor, se você se aproxima ele não reconhece
Não sabe querer, o carinho ele não conhece
Passam das doze, que ninguém o incomode, os sentimentos ele já não reconhece
É um anônimo, ninguém sabe seu nome
Já viu de tudo, não há nada que o surpreenda
Se você fala ele não responde, melhor deixar que vague
De dia se esconde e ninguém sabe onde
Abandonado
E faz dias que não comeu
Desesperado
Caminha na rua perdido
Não conseguiu alimento e faz dias que não dormiu
Por um lugar desconhecido
Decidido a morder