La Respuesta
Soy la llama que soy la sal de mis canciones y las vuestras
Soy un arma en dos días hago gestas como esta
¡Soy el alma! Soy la voz, soy la guitarra, soy la orquesta
Soy tu karma soy la piedra en tus zapatos, la respuesta
Voy, cual político vas con disfraz de superioridad moral (eh)
Me querrías matar y la impotencia te pudre por dentro
(Oh oh)
Siempre lo digo y siempre no cambia y si lo haces para peor
Quieren fingir que Santa no existe más no resisten les doy ardor
Y es lo mejor, hacer vomitar a quien no puede evitar a nache imitar
No es desahogo solo es un juego, pero eficaz como un militar
Raperos repiten para convencerse de que son de moral intachable
Después de robar melodías y hacerlo de la forma más miserable
No escucho a viejunos sectareos del rap español porque a mi no me mueve
Pues llevan haciendo la misma basura desde 1999
Con ese flow repetitivo, sin matices yo os enseño
Que por mucho que quieran aparentar, ser tan rudos no da miedo
Yo te cambio de métrica y
Me limpio la la punta del pizarrín
Con la vieja escuela que no enseña solo a doctrinas
Como hacen los comunistas
En sus colegios no cambian del tercio que asuman que son ancianos (?)
Caducados repiten la fórmula que hace una década ya era el pasado, pesados
No es cuestión de edades sino de mentalidades
No soy únicos, sois centenares
Que repiten las mismas subnormalidades
Nos tomais muy en serio más no habéis tomado una clase de música
No sabéis que es un do mayor
Tampoco identificar una sincopa
No es la hembra del sincope
Y que os suméis a la mierda de ser inclusivo
Saber que podéis rapear y a la vez sonreír
Y os prometo que es tan divertido
Yo desayuno huevos con panceta
Putas alopécicas creen que me retan
Carnívora cetogénica es mi dieta
De poro moral de raperos puretas
Abuelos viven de las rentas
No aprenden y si se calientan
Intentan buscarme las vueltas, no aguantas la presión y petan
Después lloriquean alegan que menos ellos el panorama es mierda
A mi no me pasa porque hace ya mucho que yo no me junto con hienas
Dais mucha penita contando que os han traicionado y que os tratan muy mal
Igual teneis algo que ver en vuestro colectivo no existe la integridad
El sequito de raperos payasos que aplauden tu mierda en YouTube
No son más que víctimas traumatizadas como tú
Por mis baladas baricadas en skills habilidades
Tú y tu gente vaya muermo
Sonáis siempre similares
Como el cansino de tus decandencias, siempre semejante
O el que se casa con gorra y se cree elegante, aberrante
Mejor quédate que apenas haces ya canciones solo relaciones
A dos, dos calvos en habitaciones
Soy la llama que soy la sal de mis canciones y las vuestras
Soy un arma en dos días hago gestas como esta
¡Soy el alma! Soy la voz, soy la guitarra, soy la orquesta
Soy tu drama, soy la puse en tus heridas, la respuesta
A Resposta
Sou a chama, sou o sal das minhas canções e das suas
Sou uma arma, em dois dias faço gestas como esta
¡Sou a alma! Sou a voz, sou a guitarra, sou a orquestra
Sou seu karma, sou a pedra no seu sapato, a resposta
Vou, como político, você vai com disfarce de superioridade moral (eh)
Você me mataria e a impotência te corrói por dentro
(Oh oh)
Sempre digo e sempre não muda, e se você faz para pior
Querem fingir que o Papai Noel não existe, mas não resistem, eu dou ardor
E é o melhor, fazer vomitar quem não consegue evitar imitar a nache
Não é desabafo, só é um jogo, mas eficaz como um militar
Rappers repetem para se convencer de que têm moral intocável
Depois de roubar melodias e fazer isso da forma mais miserável
Não escuto velhos sectários do rap espanhol porque isso não me move
Pois eles fazem a mesma porcaria desde 1999
Com esse flow repetitivo, sem matizes, eu ensino vocês
Que por mais que queiram aparentar, ser tão rudes não dá medo
Eu te troco de métrica e
Limpo a ponta do giz
Com a velha escola que não ensina só doutrinas
Como fazem os comunistas
Nas suas escolas não mudam do terço, que assumam que são velhos (?)
Caducados repetem a fórmula que há uma década já era passado, pesados
Não é questão de idades, mas de mentalidades
Não sou único, vocês são centenas
Que repetem as mesmas idiotices
Vocês nos levam muito a sério, mas não tiveram uma aula de música
Não sabem o que é um dó maior
Tampouco identificar uma síncope
Não é a fêmea da síncope
E que vocês se juntem à porcaria de ser inclusivo
Saber que podem rapear e ao mesmo tempo sorrir
E eu prometo que é tão divertido
Eu tomo café da manhã com ovos e bacon
Putas alopécicas acham que me desafiam
Carnívora cetogênica é minha dieta
De poro moral de rappers puritanos
Avós vivem de rendas
Não aprendem e se esquentam
Tentam me dar voltas, não aguentam a pressão e estouram
Depois choramingam, alegam que menos eles, o panorama é uma merda
Comigo não acontece porque já faz tempo que não me junto com hienas
Dão muita pena contando que foram traídos e que os tratam muito mal
Igual têm algo a ver, em seu coletivo não existe integridade
O séquito de rappers palhaços que aplaudem sua merda no YouTube
Não são mais que vítimas traumatizadas como você
Por minhas baladas barricadas em skills, habilidades
Você e sua galera, que tédio
Soam sempre similares
Como o cansativo das suas decadências, sempre semelhante
Ou o que se casa de boné e se acha elegante, aberrante
Melhor ficar, que você mal faz canções, só relacionamentos
A dois, dois carecas em quartos
Sou a chama, sou o sal das minhas canções e das suas
Sou uma arma, em dois dias faço gestas como esta
¡Sou a alma! Sou a voz, sou a guitarra, sou a orquestra
Sou seu drama, sou a ferida que você tem, a resposta