Doblan Las Campanas
CÑmo es posible saber
si estÀs detrÀs de una sonrisa
o te escondes otra vez.
Ves el mal ajeno y no ves tu realidad.
Eres la serpiente que mata por placer.
Bromeas con cenizas de un tiempo que acabÑ.
No trates de enseßarme, estoy de vuelta de aprender.
Mientras la inocencia se alimente de ilusiÑn,
serÀs bufÑn de turno sin nada que ofrecer.
No tientes a tu suerte, se puede acabar.
Doblas las campanas
al viento otra vez,
de nuevo me envÌas al destierro.
Pero el deseo no calma mi sed,
tengo la fuerza y voy a vencer.
Mezclas tus delirios de grandeza en un papel,
donde no hay preguntas no puedo contestar.
Eres alimaßa y te alimentas de moral.
Ten mucho cuidado que puedes caducar.
MÀs de lo mismo dices.
CÀllate mortal.
Doblas las campanas al viento otra vez,
de nuevo me envÌas al destierro.
Pero e deseo no calma mi sed,
tengo la fuerza y voy a vencer.
Dobram os Sinos
Como é possível saber
se você está atrás de um sorriso
ou se esconde outra vez.
Vê o mal dos outros e não vê sua realidade.
Você é a serpente que mata por prazer.
Brinca com as cinzas de um tempo que acabou.
Não tente me ensinar, já voltei de aprender.
Enquanto a inocência se alimentar de ilusão,
você será o palhaço de plantão sem nada a oferecer.
Não tente a sorte, pode acabar mal.
Dobram os sinos
ao vento outra vez,
de novo me manda pro exílio.
Mas o desejo não acalma minha sede,
tenho a força e vou vencer.
Mistura seus delírios de grandeza em um papel,
donde não há perguntas, não posso responder.
Você é uma alimaça e se alimenta de moral.
Cuidado, você pode caducar.
Mais do mesmo você diz.
Cala a boca, mortal.
Dobram os sinos ao vento outra vez,
de novo me manda pro exílio.
Mas o desejo não acalma minha sede,
tenho a força e vou vencer.