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Ecos de Uma Noite Macabra

Sargeist

Echoes From A Morbid Night

Out in the night I am the storm
I am the winds that slash your flesh.
Obscure writings cut on your ugly skin.
Drug-crazed of my magnificent power.

Back in the chapel from the morbid night.
You wake and depression crawl on your neck
I bite your heart forever with poison
Until you become what my plan require

A priest became a puppet of Satan
New prayers will praise Hell instead.
Wine changed for weird opium and alcohol.
Let the congregation begin.

Blind sheep follow you as always.
But they know not of the difference.
From here the contamination must begin.
Worse than Black Death,the sinister breath.

No return,nothing to be saved of you.
I feel only pain in your existence
Forces sir and conjurations echo.
Chants of melancholic dreams.

In this forest of suicidal memories.
All the graves hold corpses that do not rot.
Hidden from the normal humans.
That would never understand...

Ecos de Uma Noite Macabra

Lá fora na noite eu sou a tempestade
Sou os ventos que cortam sua carne.
Escritos obscuros marcam sua pele feia.
Viciado na minha magnífica potência.

De volta à capela da noite macabra.
Você acorda e a depressão rasteja no seu pescoço
Eu mordo seu coração pra sempre com veneno
Até você se tornar o que meu plano exige.

Um padre se tornou um fantoche de Satanás
Novas orações vão louvar o Inferno em vez.
Vinho trocado por ópio esquisito e álcool.
Deixe a congregação começar.

Ovelhas cegas te seguem como sempre.
Mas não sabem da diferença.
Daqui a contaminação deve começar.
Pior que a Peste Negra, o hálito sinistro.

Sem retorno, nada a ser salvo de você.
Sinto apenas dor na sua existência
Forças, senhor, e conjurações ecoam.
Cantos de sonhos melancólicos.

Nesta floresta de memórias suicidas.
Todos os túmulos guardam corpos que não apodrecem.
Escondidos dos humanos normais.
Que nunca entenderiam...

Composição: