Apocalypse
Infernal storms of shattered skies,
Wrath of devil, son of evil,
Beasts of sins, unholy beings,
Serving to end of our faith.
Prince of lies, whisper us
The truth of our tale.
To the deafened ears of insane
Unsure of own life and death.
Sun came dark, oceans burned,
Pure fire of hell unleashed.
Spawns are praying to
Mighty demons of war.
As the slaughter begins
Of my sorrow to an end,
Serenity shall not be mine
For the heresy of thy time.
Sanity of mind, fading to dark
As eyes saw grotesque images
Of once!
Dwelling of earth and golden dust!
Sanity of mind, fading to dark
Dwelling of earth and golden dust!
Prince of lies, whisper us
The end of our tale.
Ruins of bitterness, shall stay
As witness to our pain.
Before the gates of abyssal hell,
Where the nightmares come true,
Requiems are sang and angels cry
Tyranny of evil comes alive.
Apocalipse
Tempestades infernais de céus despedaçados,
Ira do diabo, filho do mal,
Bestas dos pecados, seres profanos,
Servindo para o fim da nossa fé.
Príncipe das mentiras, sussurre-nos
A verdade da nossa história.
Para os ouvidos surdos dos insanos
Inseguros da própria vida e morte.
Sol se apagou, oceanos queimaram,
Fogo puro do inferno solto.
As crias estão rezando para
Os poderosos demônios da guerra.
Enquanto a matança começa
De minha dor a um fim,
A serenidade não será minha
Pela heresia do teu tempo.
Sanidade da mente, desvanecendo-se em trevas
Enquanto os olhos viam imagens grotescas
De outrora!
Habitando a terra e a poeira dourada!
Sanidade da mente, desvanecendo-se em trevas
Habitando a terra e a poeira dourada!
Príncipe das mentiras, sussurre-nos
O fim da nossa história.
Ruínas de amargura, permanecerão
Como testemunhas da nossa dor.
Diante dos portões do inferno abissal,
Onde os pesadelos se tornam reais,
Requiems são cantados e anjos choram
A tirania do mal ganha vida.