Krisâlida
PERGAMINO II
KRISÁLIDA
Crónicas de Zaluster parte II
Glimbert: Alabo mi suerte,
Pude nacer en libertad
La vida es amiga de
La fantasía y realidad
Hay que aprender a convivir
Que las culturas sean por fin
Hilos de paz, diversidad,
Pozos de ciencia que beber…
Zaluster: Juzgas mal,
No quieres descubrir
lo que hay detrás
Oropel ¡Levanta el casco
y descúbreme!
Krisálida: Almas del bosque,
Danzando en edenes de cristal
Hordas cruzadas en la senda
Del bien y el mal.
Trazo poesías, recito confines
Sobre amor
Surte el odio, verdugo fraternal
A la humanidad…
Cacumen, solemne…
El mundo es un manantial
Un árbol, un niño,
Todas las cosas que soñé
Un ideal, una canción
Untito fluente a la ambición
Un resurgir del existir.
Lo que has dejado te abjuró…
Fracasó, tu idea de ser un mundo de Dios
Destronar, pretenden las criaturas al creador
Crisálida
PERGAMINO II
CRISÁLIDA
Crônicas de Zaluster parte II
Glimbert: Agradeço minha sorte,
Poderia ter nascido em liberdade
A vida é amiga de
Fantasias e realidades
É preciso aprender a conviver
Que as culturas sejam, enfim,
Fios de paz, diversidade,
Poços de ciência para beber…
Zaluster: Julgas mal,
Não queres descobrir
O que está por trás
Brilho! Levanta o capacete
E me revela!
Crisálida: Almas da floresta,
Dançando em jardins de cristal
Hordas cruzadas no caminho
Do bem e do mal.
Traço poesias, recito limites
Sobre amor
Surge o ódio, algoz fraternal
Da humanidade…
Cacumen, solene…
O mundo é uma fonte
Uma árvore, uma criança,
Todas as coisas que sonhei
Um ideal, uma canção
Um toque fluente à ambição
Um renascer da existência.
O que deixaste te abjurou…
Fracasou, sua ideia de ser um mundo de Deus
Destronar, pretendem as criaturas ao criador