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O Que Era Verdade

Scholomance

What Was Truth

My disgust commences at the end of what was truth
This doctrine of hollow promises that would cease mortality
Faith in vain rewards regret
Take to heart this crime of fraudulent documentation
To moralize mankind
The posthumous foresee an end to parasitic rule
We, though few, will wage the war to destroy this barbarism
Towering in such egoism as to reach beyond heavens
With brevity and fact as will
We will crush idols with philosophy's hammer

Contempt, our deity
Power-principled liars mute knowledge and culture
We prefer to question rather than accept
Forbidden yearning for absolute science
A god excused by nonexistence
Grants no pardon when we take reign

With just our presence, the silent masses roar
Audible with conviction's authority
A labyrinth of predestination
End of contagious suffering
No pity for those pitied
Reclaim our throne of nature
With this battle for order underway
We will leave morality defamed upon its cross

Need no christian charity, be superior in thought
Need no hope, conceptualize destiny as god
Follow now with Pilate
Reevaluate all values, strength restored through wounds

O Que Era Verdade

Meu nojo começa no fim do que era verdade
Essa doutrina de promessas vazias que cessariam a mortalidade
Fé em recompensas vãs gera arrependimento
Leve a sério esse crime de documentação fraudulenta
Para moralizar a humanidade
Os póstumos preveem um fim para o domínio parasitário
Nós, embora poucos, travaremos a guerra para destruir esse barbarismo
Erguendo-se em tal egoísmo que alcança além dos céus
Com brevidade e fato como vontade
Nós esmagaremos ídolos com o martelo da filosofia

Desdém, nossa divindade
Mentores movidos por poder silenciaram o conhecimento e a cultura
Preferimos questionar a aceitar
Desejo proibido por uma ciência absoluta
Um deus desculpado pela não existência
Não concede perdão quando tomamos o controle

Com apenas nossa presença, as massas silenciosas rugem
Audível com a autoridade da convicção
Um labirinto de predestinação
Fim do sofrimento contagioso
Sem pena pelos que são lamentados
Reclamamos nosso trono da natureza
Com essa batalha por ordem em andamento
Deixaremos a moralidade difamada em sua cruz

Não precisamos de caridade cristã, sejamos superiores em pensamento
Não precisamos de esperança, conceitualizemos o destino como deus
Siga agora com Pilatos
Reavalie todos os valores, força restaurada através das feridas

Composição: