Porcelain
Porcelain
A thousand pictures reflect in broken glass
Of all the mirrors she's loved
Caged in the darkness of her fallacies
She cut the lines to her heart
Change will never come for her
Lessons unlearned
There are no words that can break the silence
Of her denial
She's bleeding for vanity
Reaching out from her calloused knees
All her dreams die slowly now
Porcelain dolls play in the scaffold
Of a false deceptive life
Choking on their self indulgence
They are the living deceased
There are no words to break her silence
Her beauty is fixed within a plastic shell
Of decomposing make-up
A pale expression of a life that dies so slowly
Disenchanted hope comes crashing down
Consumed by demons fire
If she could only have opened up her eyes
She would have saved herself
Change escapes her final grasp
A lost chance to live
Suffocation through her own defiance left her for dead
She's bleeding for vanity
Reaching out from her calloused knees
Now awake she cries again
Hollowed by these fallacies of life
Porcelana
Porcelana
Mil imagens se refletem em vidro quebrado
De todos os espelhos que ela amou
Enjaulada na escuridão de suas falácias
Ela cortou as linhas do seu coração
A mudança nunca virá pra ela
Lições não aprendidas
Não há palavras que possam quebrar o silêncio
De sua negação
Ela está sangrando por vaidade
Estendendo a mão de seus joelhos calejados
Todos os seus sonhos morrem lentamente agora
Bonecas de porcelana brincam no andaime
De uma vida falsa e enganadora
Sufocando em sua autoindulgência
Elas são os mortos-vivos
Não há palavras para quebrar seu silêncio
Sua beleza está presa dentro de uma casca de plástico
De maquiagem em decomposição
Uma expressão pálida de uma vida que morre tão lentamente
A esperança desencantada desmorona
Consumida pelo fogo dos demônios
Se ela pudesse apenas abrir os olhos
Ela teria se salvado
A mudança escapa de seu último abraço
Uma chance perdida de viver
Sufocada por sua própria rebeldia a deixou para morrer
Ela está sangrando por vaidade
Estendendo a mão de seus joelhos calejados
Agora acordada, ela chora novamente
Vazia por essas falácias da vida