ME MUERO
No hay amaneceres, ni sombra, ni viento
Solo un silencio, un eterno momento
Bruma dormida, sin forma ni anhelo
En la vasta quietud, sin tiempo ni suelo
Cuando me muero, alucino, mi aura huir
Cada regreso me clava el mismo sufrir
Entonces tu voz ligera me nombra
De pronto respiro paisajes y mares
Y en ese instante, tan puro y sutil
Despierto contigo y aprendo a vivir
EU MORRO
Não há amanhecer, nem sombra, nem vento
Só um silêncio, um momento eterno
Névoa adormecida, sem forma nem desejo
Na vasta quietude, sem tempo nem chão
Quando eu morro, alucino, minha aura foge
Cada retorno me fere com o mesmo sofrimento
Então sua voz leve me chama
De repente respiro paisagens e mares
E nesse instante, tão puro e sutil
Acordo com você e aprendo a viver