395px

E não amanhece

Los Secretos

Y no amanece

El sol de medianoche entró por la ventana
y con la luz de un coche se iluminó tu cara.
La lluvia que mojaba tus calles tan lloradas;
quisiera que limpiara también tu alma.
Y no amanece.
Y no amanece.
Y no amanece.
La luz del sol gritaba tu nombre tan lejana,
tus párpados trataban de no oir la llamada.
Y no amanece en tu cara.
Y no amanece en tu espalda.
Y no amanece en casa.
El ruido de la calle también te recordaba,
pero al coger tu mano no despertabas.
Y no amanece en tu cara.
Y no amanece en tu espalda.
Y no amanece en casa.
Y no amanece en tu cara.
Y no amanece en tu espalda.
Y no amanece en casa.
Y no amanece.
Y no amanece.
Y no amanece.

E não amanhece

O sol da meia-noite entrou pela janela
E com a luz de um carro iluminou seu rosto.
A chuva que molhava suas ruas tão choradas;
Queria que limpasse também sua alma.
E não amanhece.
E não amanhece.
E não amanhece.
A luz do sol gritava seu nome tão distante,
Suas pálpebras tentavam não ouvir o chamado.
E não amanhece no seu rosto.
E não amanhece nas suas costas.
E não amanhece em casa.
O barulho da rua também te lembrava,
Mas ao pegar sua mão você não despertava.
E não amanhece no seu rosto.
E não amanhece nas suas costas.
E não amanhece em casa.
E não amanhece no seu rosto.
E não amanhece nas suas costas.
E não amanhece em casa.
E não amanhece.
E não amanhece.
E não amanhece.