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Ariya Ivana ("Kaberne")

Sector Gaza

Ariya Ivana ("Kaberne")

Pospeli vishni v sadu u dyadi Vani,
U dyadi Vani v sadu pospeli vishni,
A dyadya Vanya s tetey Gruney nynche v bane,
A my pod vecher pogulyat' kak-budto vyshli.

Dnem sideli my i skromno vypivali,
Postepenno "Kaberne" vlivalos' v kishki,
Vdrug sosedskiy Pet'ka nameknul skromno,
Chto u dyadya Vani v sadu pospeli vishni.
A my ne znali, pro eto my ne znali,
I vypivali, "Kaberne" my vypivali,
A v eto vremya v sadu u dyadi Vani speli vishni,
Dazhe slikontsa perezrevali.

"Kaberne", "Kaberne", "Kaberne" nau!* (3 raza)
Bystro peyte, vishni perespeli!

Yashchik podavili i poshli na delo,
V golove myslya sozrela,
Prochesat' ves' sad sosedskiy bystro,
Poka vishnya v nem ne perespela.
Doma my shtany pereodeli,
Chtob shtany na zhope ne porvalis',
Chtob udobno bylo lazit' po derev'yam,
Tvar'yu budu, ne pizzhu, v nature.

Mamanya, prigotov' zaplaty,
Mamanya, zagotov' igolki,
Mamanya, ne ori tak dolgo,
My ved' pogulyat' reshili,
Po derevne vyyti.

"Kaberne", "Kaberne", "Kaberne" nau! (3 raza)
O! o, e!
"Kaberne", "Kaberne", "Kaberne" nau! (3 raza)
Bystro peyte i poshli na delo!

Nam ostalos' eshche chutok proyti,
I eshche dva doma nam oboyti,
Pet'ka suka, padla, tishe, ne galdi,
Potomu chto dyadi vanin sad von, vperedi!
Rebyata, tishe vy zalaz'te,
Zametyat nas, net zametyat?!
Vdrug zametyat chto my vozdukhom vse dyshim!
Skazal s koshelkami mudak etot Pet'ka,

A nu-ka, Pet'ka, nagni etu vetku!
On vsyu vishnyu v rubakhu ssypal,
A k ney navis, da peregnul slishkom vetku,
I vmeste s vishnyami v osadok vypal.

"Kaberne", "Kaberne", "Kaberne" nau! (3 raza)
Ne gremi stakanom, uslyshit dyadya Vanya!

Pust' dyadya Vanya kupaet tetyu Grunyu,
V kolkhoznoy bane puskay ee chekanit,
My skazhem vmeste: "Spasibo, tetya Grunya!"
I dyade Vane skazhem: "Thank You! Dyadya Vanya!"

No sobaka dyadi Vani ne dremala,
Ona ne spala i vse osoznavala,
Ona suka, vse otlichno ponimala,
I vmeste s zhopoy shtany nam razorvala.

Mamanya - my shtany porvali,
Mamanya - zhopu razodrali,
Kobelya my promorgali druzhno,
I za eto my, mamanya, kruto postradali.
"Kaberne", "Kaberne", "Kaberne" nau! (4 raza)
A "Kaberne", nau! (2 raza)
"Kaberne" nau! (18 raz)

Narrative Part

Tsar' prizval trekh synovey,
Strogo glyanul spod brovey,
I skazal togda tsarek:
«Vam zhenit'sya vyshel srok!
Sotrite sopli na eble,
I berite po strele:
Vy stupayte v chisto-pole,
Tol'ko ne na «Shevrole» -
Vy sadites' na koney,
Ta udobney, tak skromney,
V-vy strelu pustite v nebo,
I begite vsled za ney -
I kuda poydet strela,
Tam i budet vam zhena.
Tol'ko srazu ne ebi,
Pogodite do temna..."

Poskakali synov'ya -
Proskakali do khuya,
I strel'nuli kto kudy,
V poiskakh svoey mandy:

Brata starshego strela,
Na dvoryanskiy dvor legla:
I dvoryanskoy dochke v zhopu,
Kruto vpilas' ta strela.

Strela srednego, vashche,
Strela gromko zapishchev,
Vonzilas' kuptsovoy dochke,
Pryamo vo vlagalishche.

Strela mladshego Van'ka,
Uletela vdaleka,
I ischezla za lesami,
Strela Van'ki-duraka.

Vot poplelsya v put' Ivan:
Shel uporno kak baran,
Vot on vyshel na boloto,
Ves' obros kak partizan:

«Zaebalsya ya ittit',
Nado khot' vody popit',
So vcherashnego zapoya
Nado truby mne zalit'...
Chto-to cheshet'sya v mudyakh,
Ne pomru li ya na dnyakh?!,
Cherep lomit, spasu netu!
Kto tam kvakaet v kustakh?»

Ariya Ivana ("Kaberne")

Colhemos cerejas no pomar do tio Vanya,
No pomar do tio Vanya colhemos cerejas,
E o tio Vanya com a tia Grunya agora no banho,
E nós, ao entardecer, vamos passear como se saíssemos.

Durante o dia, ficamos sentados e bebendo discretamente,
Gradualmente, o "Kaberne" ia descendo pela garganta,
De repente, o vizinho Pet'ka insinuou discretamente,
Que no pomar do tio Vanya as cerejas estavam maduras.
E nós não sabíamos, sobre isso não sabíamos,
E bebíamos, "Kaberne" nós bebíamos,
E nesse tempo, no pomar do tio Vanya, as cerejas estavam maduras,
Até os pássaros estavam se empoleirando.

"Kaberne", "Kaberne", "Kaberne" agora!* (3 vezes)
Cante rápido, as cerejas amadureceram!

A caixa foi esmagada e partimos para a ação,
Na cabeça, a ideia amadureceu,
Destruir rapidamente todo o pomar vizinho,
Antes que as cerejas nele amadurecessem.
Em casa, trocamos de calças,
Para que as calças não se rasgassem na bunda,
Para que fosse confortável escalar as árvores,
Serei um animal, não vou me importar, na natureza.

Mamãe, prepare os remédios,
Mamãe, arrume as agulhas,
Mamãe, não grite tanto,
Nós decidimos dar uma volta,
Sair pela vila.

"Kaberne", "Kaberne", "Kaberne" agora! (3 vezes)
Oh! oh, é!
"Kaberne", "Kaberne", "Kaberne" agora! (3 vezes)
Cante rápido e vamos para a ação!

Ainda temos um pouco para andar,
E mais duas casas para contornar,
Pet'ka, seu idiota, fica quieto, não grite,
Porque o pomar do tio Vanya está logo à frente!
Galera, fiquem quietos,
Eles vão nos notar, ou não vão?!
De repente, vão perceber que estamos respirando o mesmo ar!
Disse esse idiota do Pet'ka com as sacolas,

Ah, Pet'ka, puxe esse galho!
Ele derrubou todas as cerejas na camisa,
E para isso, ele se inclinou demais no galho,
E junto com as cerejas, caiu no chão.

"Kaberne", "Kaberne", "Kaberne" agora! (3 vezes)
Não bata o copo, o tio Vanya vai ouvir!

Deixe o tio Vanya banhar a tia Grunya,
Na banheira da cooperativa, que ela relaxe,
Nós diremos juntos: "Obrigado, tia Grunya!"
E ao tio Vanya diremos: "Obrigado, tio Vanya!"

Mas o cachorro do tio Vanya não dormia,
Ela não estava dormindo e percebia tudo,
Ela, a cadela, entendia tudo perfeitamente,
E junto com a bunda rasgou nossas calças.

Mamãe - rasgamos nossas calças,
Mamãe - rasgamos a bunda,
Os machos nós deixamos de lado,
E por isso, mamãe, nos ferimos feio.
"Kaberne", "Kaberne", "Kaberne" agora! (4 vezes)
E "Kaberne", agora! (2 vezes)
"Kaberne" agora! (18 vezes)

Parte Narrativa

O czar chamou seus três filhos,
Olhou severamente por baixo das sobrancelhas,
E então o czar disse:
"Vocês têm que se casar logo!
Deixem de ser moleques,
E sigam a flecha:
Vocês vão para o campo limpo,
Só não em um 'Chevrolet' -
Vocês montem nos cavalos,
É mais confortável, é mais simples,
Deixem a flecha voar para o céu,
E corram atrás dela -
E para onde a flecha for,
Lá estará sua esposa.
Só não se apressam,
Esperem até escurecer..."

Os filhos pularam -
Pularam até onde deu,
E dispararam para onde puderam,
Em busca de suas namoradas:

A flecha do irmão mais velho,
Caiu no quintal dos nobres:
E na bunda da filha do nobre,
A flecha cravou-se com força.

A flecha do irmão do meio, de fato,
A flecha gritou alto,
Foi direto na filha do comerciante,
Direto na sua parte íntima.

A flecha do irmão mais novo, Vanya,
Voou longe,
E desapareceu atrás das florestas,
A flecha do Vanya, o idiota.

Aqui vem Ivan no caminho:
Ele andava firme como um carneiro,
Aqui ele saiu no pântano,
Todo coberto como um guerrilheiro:

"Estou cansado pra caramba,
Preciso beber água,
Depois de uma ressaca de ontem
Preciso encher o tubo...
Algo está coçando na bunda,
Não vou morrer nos próximos dias?!
A cabeça está doendo, não tem jeito!
Quem está coaxando nos arbustos?"

Composição: