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Brilho (Ato II: Celas de Cristal)

Sèlidor

Resplandor (Acto II: Celdas de Cristal)

Volverá, tal vez,
a llenarse la copa que ayer
sosegó mi sed.

Sentir
que llegaste al fin
y a mi lado estás
acompañandome

Tratarán,
de opacar nuestra luz,
Rompe en llanto mi canción
para ti

Y estoy aqui,
queriendo escapar
de esta prisión
que es su necedad.

Es triste pensar
no querer volar
por temor a cambiar
aquello que hay en su interior.

Crecerán en mi
las palabras que hoy recité
a la vera del mar.

Seguir,
tras el fiel susurro
que me dirá
acompáñame.

Tratarán
de empeñar el cristal
y quebrar mi decisión
otra vez

Mil gargantas gritan junto a mi,
para responder
que el valor no está
en como ganar, como perder
sino en vivir
fuera de las paredes de esta tierra.

Brilho (Ato II: Celas de Cristal)

Voltarás, talvez,
a encher a taça que ontem
matou minha sede.

Sentir
que você chegou enfim
e ao meu lado está
me acompanhando.

Vão tentar,
apagar nossa luz,
Rompe em pranto minha canção
pra você.

E estou aqui,
querendo escapar
dessa prisão
que é a teimosia deles.

É triste pensar
em não querer voar
por medo de mudar
aquilo que há dentro de si.

Crescerão em mim
as palavras que hoje recitei
à beira do mar.

Seguir,
atrás do fiel sussurro
que me dirá
me acompanhe.

Vão tentar
de penhorar o cristal
e quebrar minha decisão
mais uma vez.

Mil vozes gritam junto a mim,
pra responder
que a coragem não está
em como ganhar, como perder
mas em viver
fora das paredes desta terra.

Composição: Fornés / S. Fernández