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Outro Retrato

Serginho Barros

E quando tudo for uma mesma linguagem
Dia após dia, uma mesma imagem
Não haverá mais a minha cidade
Meu coração, ainda na mocidade
Vai sentir saudade de estar só

E quando tudo for uma mesma linguagem
Dia após dia, uma mesma imagem
Não haverá mais a minha cidade
Meu coração, ainda na mocidade
Vai sentir saudade de estar só

Mudo os meus passos ao dobrar a esquina
Me enganei quando pensei que tudo estava comigo
Posso calar, ou abrir a janela: A casa está deserta
Mas tudo está dentro dela

A parabólica, o átimo e as baixelas
Espaço para o outro retrato, uma mensagem comum
Na estação do abraço
Na intenção do bem
Na extensão do abraço
Na intenção do bem

Quando seus cabelos desembaraço

E quando tudo for uma mesma linguagem
Dia após dia, uma mesma imagem
Não haverá mais a minha cidade
Meu coração, ainda na mocidade
Vai sentir saudade de estar só

E quando tudo for uma mesma linguagem
Dia após dia, uma mesma imagem
Não haverá mais a minha cidade
Meu coração, ainda na mocidade
Vai sentir saudade de estar só

Mudo os meus passos ao dobrar a esquina
Me enganei quando pensei que tudo estava comigo
Posso calar, ou abrir a janela: A casa está deserta
Mas tudo está dentro dela

A parabólica, o átimo e as baixelas
Espaço para o outro retrato, uma mensagem comum
Na estação do abraço
Na intenção do bem
Na extensão do abraço
Na intenção do bem

Quando seus cabelos desembaraço

Composição: Elias Venâncio, Serginho Barros