Quando Un Amore Va
E allora chiedilo ai taxi...
o alla pioggia che viene giù...
o alle luci dell'alba
di Milano o di Kathmandu...
o ai traghetti per Capri...
o alla camera di quel motel...
o all'autore di gialli...
ti diranno perché...
Quando un amore va...
meglio lasciarlo andare...
forse ritornerà
come ritorna il mare...
dimmelo tu
cosa dovevo fare...
forse chissà
forse potrei cambiare...
E allora chiedilo a Shakespeare...
o alla gente che va in metrò
o alla donna che tanga
nel bicchiere del matador...
alla borsa di Tokyo
o alla posta di Charlie brown
a una luna demonio
che ti mette knock-out...
Quando un amore va...
meglio lasciarlo andare...
forse ritornerà
se lo saprai aspettare...
non ti dirò
ciò che vuoi sentirmi dire...
certo che ho
paura di soffrire...
E per quei giorni felici
che nessuno ti toglierà
per le strade del mondo
che ti riportano alla tua città
per quell'ombra di dubbio
che ti segue dovunque vai...
per le cose che forse,
per le cose che ormai...
Quando un amore va...
Quando um Amor Vai
E então pergunte aos táxis...
ou à chuva que tá caindo...
ou às luzes da aurora
em Milão ou em Catmandu...
ou aos barcos pra Capri...
ou ao quarto daquele motel...
ou ao autor de romances policiais...
te dirão o porquê...
Quando um amor vai...
é melhor deixar ir...
talvez ele volte
como o mar que retorna...
diz pra mim
o que eu deveria fazer...
talvez quem sabe
talvez eu possa mudar...
E então pergunte a Shakespeare...
ou às pessoas que andam de metrô
ou à mulher que dança
no copo do matador...
a bolsa de Tóquio
ou ao correio do Charlie Brown
a uma lua demoníaca
que te deixa knock-out...
Quando um amor vai...
é melhor deixar ir...
talvez ele volte
se você souber esperar...
não vou te dizer
o que você quer ouvir de mim...
claro que eu tenho
medo de sofrer...
E por aqueles dias felizes
que ninguém vai te tirar
pelas ruas do mundo
que te levam de volta à sua cidade
por aquela sombra de dúvida
que te segue onde quer que você vá...
pelas coisas que talvez,
pelas coisas que já...
Quando um amor vai...