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Rosas Negras

Sergio Contreras

Rosas Negras

Eee!
Eoooo
ooouuu!!
Eeee!
Un atardecer de espinas me cuenta su vida
no hay marcha atras sin su mirar
demuestra la impotencia,no sabes cuando dejara de andar
por este mundo loco del que no sabemos na'
estamos de prestao,no logramos valorar lo que nos da
el blanco añil,la pulcra oscurida
a veces elejis tu a veces te lo impondra

Rosas negras golpean su pecho
todo negro se dibuja en su interior
pintaria unos destellos
para poner el cielo en su corazon
rosas negras golpean su pecho
las agujas del reloj son su dolor ooo
llora en silencio

Un atarcedecer de espinas me cuenta su vida
algunas ni lo pueden contar ya
y en su seso se esconde la penumbra
la pena de su familia
soy uno mas y no puedo hacer na'
pa parar su dolor y el de la demas
pero al menos dejenme decirles
que no esta sola
que luches por salir adelante
señora usted puede ganarle al cancer

Rosas negras golpean su pecho
todo negro se dibuja en su interior
pintaria unos destellos
para poner el cielo en su corazon
rosas negras golpean su pecho
las agujas del reloj son su dolor ooo
llora en silencio

Y en el umbral de la muerte adelantada
oi como ella le gritaba
no dejes una sola claridad en mi lecho
pero piedad con mis hijas y su pecho

Y en el umbral de la muerte adelantada
oi como ella le gritaba
pero piedad con mis hijas y su pecho

Rosas negras golpean su pecho
todo negro se dibuja en su interior
pintaria unos destellos
para poner el cielo en su corazon
rosas negras golpean su pecho
las agujas del reloj son su dolor ooo
llora en silencio

Rosas negras golpean su pecho
todo negro se dibuja en su interior
pintaria unos destellos
para poner el cielo en su corazon(su corazon)
rosas negras golpean su pecho(uuu)
las agujas del reloj son su dolor (eee)ooo
llora en silencio

Rosas Negras

Eee!
Eoooo
ooouuu!!
Eeee!
Um entardecer de espinhos me conta sua vida
não há volta sem seu olhar
mostra a impotência, não sabe quando vai parar
deste mundo louco do qual não sabemos nada
estamos de passagem, não conseguimos valorizar o que nos dá
o branco anil, a pura escuridão
de vez em quando você escolhe, de vez em quando é imposto

Rosas negras batem em seu peito
tudo negro se desenha em seu interior
pintaria alguns brilhos
para colocar o céu em seu coração
rosas negras batem em seu peito
os ponteiros do relógio são sua dor ooo
chora em silêncio

Um entardecer de espinhos me conta sua vida
algumas nem conseguem contar mais
e em seu cérebro se esconde a penumbra
a dor de sua família
sou mais um e não posso fazer nada
para parar sua dor e a dos outros
mas pelo menos deixem-me dizer
que não está sozinha
que lute para seguir em frente
senhora, você pode vencer o câncer

Rosas negras batem em seu peito
tudo negro se desenha em seu interior
pintaria alguns brilhos
para colocar o céu em seu coração
rosas negras batem em seu peito
os ponteiros do relógio são sua dor ooo
chora em silêncio

E na porta da morte antecipada
ouvi como ela gritava
não deixe uma só clareza em meu leito
mas tenha piedade das minhas filhas e seu peito

E na porta da morte antecipada
ouvi como ela gritava
mas tenha piedade das minhas filhas e seu peito

Rosas negras batem em seu peito
tudo negro se desenha em seu interior
pintaria alguns brilhos
para colocar o céu em seu coração
rosas negras batem em seu peito
os ponteiros do relógio são sua dor ooo
chora em silêncio

Rosas negras batem em seu peito
tudo negro se desenha em seu interior
pintaria alguns brilhos
para colocar o céu em seu coração (seu coração)
rosas negras batem em seu peito (uuu)
os ponteiros do relógio são sua dor (eee) ooo
chora em silêncio

Composição: Sergio Contreras