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Me Lembra Ela

Sergio Contreras

Me recuerda a ella

Tus ojos son dos luces al alba,
las que alumbran mi caminar,
tus besos son mi veneno
que cada día bebo y es que por ti muero.
Me han dicho que eras diferente,
que estás medio loco, loco de atar,
tus palabras no pueden ser mas sabias
llevo tu sangre, no pares de amar.
Tu vida una enciclopedia
sobre un mundo que no vi,
una imagen flamenca, gitana
que borra el amanecer gris.
Tus manos son palomas al aire
cuando un toque hay que escuchar,
esa guitarra cansada y herida
que en la calle de la judería
se pierden de madrugá.

Te llena de esencia en tu silla de nea,
la guitarra en tu pecho
acariciarla quisiera,
siento que se parte el alma
cuando llega el alba y estoy a tu vera.
Te llena de esencia en tu silla de nea,
la guitarra en tu pecho
acariciarla quisiera,
siento que se parte el alma
cuando llega el alba y estoy a tu vera.

¿Qué hago si to lo que vivo
me recuerda a ella,
si to lo que hago me recuerda a ella?
¿Qué hago si to lo que vivo
me recuerda a ella,
si to lo que hago me recuerda?

¿Qué hago si to lo que vivo
me recuerda a ti,
si to lo que hago me recuerda a ti?
Si esas calles que de tu mano yo recorrí
ahora gritan en tu ausencia,
te echo de menos princesa.
No tengo mucho mas pa entregarte,
mi ilusión, mi ternura, mis momentos,
no tengo mucho mas que decirte,
que te espero, que te quiero.
¿Cuántas veces preparé un discurso perfecto?
Tratando de mentir y evadir
así mis sentimientos
que hoy cuelgan el cartel de aforo completo
porque de ti estoy lleno.

Las calles de Córdoba se abren pa ti,
esta canción vuela directa a ti,
me sale de dentro al verlo a él sufrir,
amo a decirlo Felipe,
a ver si empieza asi.
Tus manos son palomas al aire
cuando un toque hay que escuchar,
esa guitarra cansada y herida
que en la calle de la judería
se pierden de madrugá.

¿Qué hago si to lo que vivo
me recuerda a ella,
si to lo que hago me recuerda a ella?
¿Qué hago si to lo que vivo
me recuerda a ella,
si to lo que hago me recuerda?

Me Lembra Ela

Teus olhos são duas luzes ao amanhecer,
que iluminam meu caminhar,
teus beijos são meu veneno
que a cada dia eu bebo e é por ti que eu morro.
Disseram que você era diferente,
que tá meio doido, doido de amarrar,
suas palavras não podem ser mais sábias
carrego seu sangue, não pare de amar.
Sua vida é uma enciclopédia
sobre um mundo que eu não vi,
uma imagem flamenca, cigana
que apaga o amanhecer cinza.
Suas mãos são pombas no ar
quando um toque é pra se escutar,
essa guitarra cansada e ferida
que na rua da judaria
se perde de madrugada.

Te enche de essência na sua cadeira de vime,
a guitarra no seu peito
eu queria acariciar,
sinto que a alma se parte
quando chega o amanhecer e estou ao seu lado.
Te enche de essência na sua cadeira de vime,
a guitarra no seu peito
eu queria acariciar,
sinto que a alma se parte
quando chega o amanhecer e estou ao seu lado.

O que eu faço se tudo que vivo
me lembra ela,
se tudo que eu faço me lembra ela?
O que eu faço se tudo que vivo
me lembra ela,
se tudo que eu faço me lembra?

O que eu faço se tudo que vivo
me lembra a ti,
se tudo que eu faço me lembra a ti?
Se essas ruas que eu percorri de sua mão
agora gritam na sua ausência,
saudade de você, princesa.
Não tenho muito mais pra te entregar,
minha ilusão, minha ternura, meus momentos,
não tenho muito mais pra te dizer,
que eu te espero, que eu te quero.
Quantas vezes preparei um discurso perfeito?
Tentando mentir e evadir
assim meus sentimentos
que hoje penduram o cartaz de lotado
porque de ti estou cheio.

As ruas de Córdoba se abrem pra ti,
essa canção voa direta pra ti,
me sai do fundo ao ver ele sofrer,
amo dizer isso, Felipe,
ver se começa assim.
Suas mãos são pombas no ar
quando um toque é pra se escutar,
essa guitarra cansada e ferida
que na rua da judaria
se perde de madrugada.

O que eu faço se tudo que vivo
me lembra ela,
se tudo que eu faço me lembra ela?
O que eu faço se tudo que vivo
me lembra ela,
se tudo que eu faço me lembra?

Composição: Felipe Conde / Sergio Contreras