395px

Tempestade (Praga)

Serpens Cauda

Tempest (Plague)

Red clouds in dark,
Formed by dead human kind
Flying through ancient skies
(Like a river upon the mind)
When the sun has been betrayed
When the light might not return again
A mighty wind screams my name
And gets me afraid

Listen the poisoned thunder
Earth and sea bleed beyond vices
Spitting faces of the predators
Earth (ambitious, lunatic slut)

Suddenly, pain and fire have come
Driven like a drifting snow
Chocking back emotions
I see corpses in my way
Burned by a cruel despair
Attacked as puppets
Death and destiny has fed the day
Tearing away the human faces
Breaking down all control

It's the end of the plague!

Run away
Fucking bastards
Stop
Human plague

Behold the creation, pollution
Leading us to destruction
Sweat you bastards
Cry the Damage you've done
For ages beneath filthy sky
Now our time has come
Did you see the growth of Chaos
Reborn of restless dawn?

Chaotic storm

Over my head the fire still burns
Rising dust with ashes
Snatching the lingerie veil tonight
Belladona thoughts
Extending with her hands

I am watching this last race
But it's too much disgrace
Her Anger cannot be stop
'Cause she has our fate
Waiting to the end
Dripping blood again
Carved up as a raped Vaginal Flesh

All destroyed

Why I want to live?
Each day we shall fall deep
Inside from forbidden nudity
To the lost existence
Claiming to death to take us
With her pale fucking hand
Remembering our stupid lives
With Melancholia
Remembering every act that we could done

Is this the end of one night?
And everything
Would it be the Apocalyptic End and his Knife

Now then
Hide yourselves
Now twats you start to pray

Tempestade (Praga)

Nuvens vermelhas no escuro,
Formadas pela humanidade morta
Voando por céus antigos
(Como um rio na mente)
Quando o sol foi traído
Quando a luz pode não voltar mais
Um vento forte grita meu nome
E me deixa com medo

Escute o trovão envenenado
Terra e mar sangram além dos vícios
Cuspindo rostos dos predadores
Terra (ambiciosa, lunática vagabunda)

De repente, a dor e o fogo chegaram
Levados como uma neve que flutua
Engolindo emoções
Vejo cadáveres no meu caminho
Queimados por um desespero cruel
Atacados como fantoches
A morte e o destino alimentaram o dia
Rasgando os rostos humanos
Destruindo todo controle

É o fim da praga!

Corra
Filhos da puta
Pare
Praga humana

Eis a criação, poluição
Nos levando à destruição
Sujem, seus bastardos
Chorem pelo dano que causaram
Por eras sob um céu imundo
Agora nossa hora chegou
Você viu o crescimento do Caos
Renascendo da alvorada inquieta?

Tempestade caótica

Sobre minha cabeça o fogo ainda queima
Poeira subindo com cinzas
Arrancando o véu de lingerie esta noite
Pensamentos de beladona
Se estendendo com suas mãos

Estou assistindo esta última corrida
Mas é muita desgraça
Sua Raiva não pode ser parada
Porque ela tem nosso destino
Esperando pelo fim
Gotejando sangue novamente
Esfacelada como uma carne vaginal estuprada

Tudo destruído

Por que eu quero viver?
A cada dia devemos cair fundo
Dentro da nudez proibida
Para a existência perdida
Clamando à morte para nos levar
Com sua pálida mão filha da puta
Lembrando nossas vidas estúpidas
Com Melancolia
Lembrando cada ato que poderíamos ter feito

É o fim de uma noite?
E tudo
Seria o Fim Apocalíptico e sua faca

Agora então
Escondam-se
Agora seus idiotas começam a rezar

Composição: