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Vista-se de Branco

Camilo Sesto

Vístete de Blanco

No pretendas que acaricie
como al ángel que yo amé
porque me hayas confesado
lo que yo ignoraba ayer

Pues ser tonto y comprensivo
nada arregla la verdad
y aunque muera en el castigo
no te pienso perdonar

Y usaré lo que te queda
la belleza de tu piel
pues mi amor de puro herido
se ha dormido en el ayer

Y usaré lo que te queda
la belleza de tu piel
pues mi amor de puro herido
se ha dormido en el ayer

Y ahora vístete de blanco
que te quiero desnudar
que esta noche
quiero poseer la luna

No habrá flores, ni regalos
ni usaré del verbo amar
solo sábanas, tu piel
y mi ansiedad...

No habrá celos, ni reproches
me valoro en algo más
pero es triste haberte amado
para el pago que me das

Pues yo sigo siendo el mismo
tú has bajado de nivel
mi mirada sigue firme
en la tuya ya no hay fe

Y usaré lo que te queda
la belleza de tu piel
pues mi amor de puro herido
se ha dormido en el ayer

Y usaré lo que te queda
la belleza de tu piel
pues mi amor de puro herido
se ha dormido en el ayer

Y ahora vístete de blanco
que te quiero desnudar
que esta noche
quiero poseer la luna

No habrá flores, ni regalos
ni usaré del verbo amar
solo sábanas, tu piel
y mi ansiedad...

No habrá flores, ni regalos
ni usaré del verbo amar
solo sábanas, tu piel
y mi ansiedad...

Y ahora vístete de blanco
que te quiero desnudar
que esta noche
quiero poseer la luna

Y ahora vístete de blanco
que te quiero desnudar
que esta noche
quiero poseer la luna

Vista-se de Branco

Não espere que eu acaricie
como o anjo que eu amei
só porque você me confessou
o que eu ignorava ontem

Pois ser bobo e compreensivo
não muda a verdade
e mesmo que eu morra no castigo
não vou te perdoar

E usarei o que te resta
a beleza da sua pele
pois meu amor, de tão ferido
adormeceu no passado

E usarei o que te resta
a beleza da sua pele
pois meu amor, de tão ferido
adormeceu no passado

E agora vista-se de branco
que eu quero te despir
que esta noite
quero possuir a lua

Não haverá flores, nem presentes
nem usarei o verbo amar
só lençóis, sua pele
e minha ansiedade...

Não haverá ciúmes, nem cobranças
me valorizo em algo mais
mas é triste ter te amado
pelo pagamento que me dá

Pois eu continuo sendo o mesmo
você desceu de nível
meu olhar ainda é firme
na sua já não há fé

E usarei o que te resta
a beleza da sua pele
pois meu amor, de tão ferido
adormeceu no passado

E usarei o que te resta
a beleza da sua pele
pois meu amor, de tão ferido
adormeceu no passado

E agora vista-se de branco
que eu quero te despir
que esta noite
quero possuir a lua

Não haverá flores, nem presentes
nem usarei o verbo amar
só lençóis, sua pele
e minha ansiedade...

Não haverá flores, nem presentes
nem usarei o verbo amar
só lençóis, sua pele
e minha ansiedade...

E agora vista-se de branco
que eu quero te despir
que esta noite
quero possuir a lua

E agora vista-se de branco
que eu quero te despir
que esta noite
quero possuir a lua

Composição: Juan Carlos Calderón