Swallowing Decay
Buried underneath the ground
Parts already decomposed
Lifeless human meat all to be exhumed
Flesh appears above the ground
What was once inside a tomb
Now belongs to me for my gluttony
I like to eat cadavers
I must consume the dead
I desecrate the graves where all these corpses rest
I feed on severed limbs
Pus dripping peeling skin
Festering intestines
Until my hunger is fulfilled
I pounce upon the restless pray
Genitals brutally removed
My voracious mind fully uncontrolled
The taste for vaginal decay
Makes me yearn for some more
Ripping of the head, ready for the final course
I have to disembowel
Impelled to mutilate
I cannot fight the will inside to violate
The pleasure of ingesting
The urge for human flesh
The preserving hunt for meat is coming to a head
Give me your flesh , let me devour it
Give me your flesh , let me devour it
Without retching i devour
The carnal reeking mess
I stuff my self with every corpse i can get
Dead entrails all for me
I'm swallowing decay
I need more rotting festering remains to excavate
Give me your flesh , let me devour it
Give me your flesh , let me devour it
Give me your flesh , let me devour it
Give me your flesh , let me devour it
Engolindo Decomposição
Enterrado debaixo da terra
Partes já decompostas
Carne humana sem vida, tudo a ser exumado
Carne aparece acima do solo
O que antes estava em um túmulo
Agora pertence a mim pela minha gula
Eu gosto de comer cadáveres
Preciso consumir os mortos
Eu profano os túmulos onde todos esses corpos descansam
Me alimento de membros cortados
Pus escorrendo, pele descascando
Intestinos em putrefação
Até que minha fome esteja saciada
Eu me lanço sobre a presa inquieta
Genitais brutalmente removidos
Minha mente voraz totalmente descontrolada
O gosto pela decomposição vaginal
Me faz ansiar por mais
Arrancando a cabeça, pronto para o prato final
Eu tenho que eviscerar
Impulsionado a mutilar
Não consigo lutar contra a vontade interna de violar
O prazer de ingerir
A urgência por carne humana
A caçada preservadora por carne está chegando ao clímax
Dê-me sua carne, deixe-me devorá-la
Dê-me sua carne, deixe-me devorá-la
Sem vomitar, eu devoro
A bagunça carnal fétida
Eu me empilho com cada corpo que consigo pegar
Entranhas mortas, tudo para mim
Estou engolindo decomposição
Preciso de mais restos podres e em putrefação para escavar
Dê-me sua carne, deixe-me devorá-la
Dê-me sua carne, deixe-me devorá-la
Dê-me sua carne, deixe-me devorá-la
Dê-me sua carne, deixe-me devorá-la