Onu Alma Beni Al
Bak atýnýn terkisine de atmýþ, gözleri þaþý gelini
Mor kaftanlara sarmýþ, haspam odun gibi belini
Ah verin elime de kýrayým, cadýnýn dersi kara elini
Seni gidi fitne fücur, kýyametin gelsin
Sen o alacasý içinde fesatla, hangi günü gün edicen
Ah o kaditin üstüne, bir de atlas yorgan sericen
Amanýn amanýn, yansýn ocaðýn barkýn utansýn
Aðan emmin herbir yerine, kýrmýzý kýnalar yaksýn
Varsýn bize vursun felek, ne çeyiz düzdüm emek emek
Allah bildiði gibi yapsýn
Böyle de nispet olmaz ki, seni gidi zalim yar
Zorla da kýsmet olmaz ki, seni gidi hain yar
Bana ne bana ne beni al, onu alma
Bende bu yetim kirazlar ala al dururken
Tek baþýma kara gecelerde zar zor uyurken
Yar eteðimde çakallar kurtlar ulurken
Ýçine sinerse senin de kýyametin gelsin
Não Me Leve
Olha que já jogou fora, os olhos dela tão perdidos
Enrolada em capas roxas, cintura fina como um graveto
Ah, me dê isso aqui pra eu quebrar, a mão da bruxa é pesada
Você, sua desgraçada, que venha o apocalipse
Você, que tá cheia de maldade, que dia você vai se redimir?
Ah, em cima daquela mulher, ainda vai jogar um edredom
Ai, ai, que seu lar pegue fogo e sinta vergonha
Que em cada canto da sua casa, as chamas queimem em vermelho
Deixa que a vida bata na gente, quanto trabalho eu tive pra arrumar
Que Deus faça como Ele quiser
Assim não dá pra ser, sua cruel
Forçado não é destino, sua traidora
Não me leve, não me leve, não me leve, não me leve
Eu com essas cerejas órfãs, enquanto isso
Sozinho nas noites escuras, mal consigo dormir
Enquanto lobos e chacais uivam na minha saia
Se isso te incomodar, que venha o apocalipse.