El Liricista En El Tejado
Coje a un tio de barrio.mételo en un sitio karo.
Preguntará los precios con deskaro.hasta hartaros.
Por eso no pienso llevaros donde no pinto nada.
Por eso no vendo mi kulo en la foto de la portada.
Habláis de nada.en kanciones ke no dicen nada.
Son las diez de la noche sevilla está iluminada.
La gente en la parada del bus.
Siempre fuertes tote y shotta más allá del obus.
Echando su meada.tenemos nuestra propia kruz.
Espalda mojada por el kalor en buska de una luz.
Ke instrumental el socio me produce.
Sevilla se deshace del estilo ke le impuse.
Mi jarkor ke tumbó a media españa.
Después de seis años sólo hay un grupo ke me empaña.
Peor kalaña es la ke nace en éstos días.
La sangre fría de la cia y la policía.
Cuántos besos te daría.por tenerme al margen.
Por hacerme invisible ante los rappers en la kalle imagen.
Bajen del autobús y korran.atajen.porke ya sólo kedan sobras.
Itájenas mc´s sobreviven alkilando el kulo.
Pal próximo lp poso desnudo.no tengo kara de kambiar el mundo.
Tengo kara de ke llevo dentro algún pensamiento nauseabundo.
Eskupo con orgullo en kada frase.
Fluyo como las trompetas de esta base.tu ké jase killo.
Okulta el brillo de tu klase
Cuando pase por el planeta paketillo y huele a base.
Kambié de barrio.me llené de lágrimas.
Pinomontano sigue en mi kuaderno en kada página.
Tágena.ke ta kedao to enajenao despué de no hase ná
Y meterte tantos gramos tas kedao kolgao.como mis webos.
Y voluntad de ná.hay eskritores ke terminan con un kárdena.
Y sin ganas de ná.ke os fiche el cárdenas pal crónikas.
Tú.soy el guardián de mi hermano.
Estribillo :
Eh ! poeta, te sientes olvidado, un liricista en el tejado.
Sólo, piensa en mí ké más dá, echa a volar...escúchela !
...la ciudad respirando...
Si el públiko se keja.de una kanción sin moraleja.
Desde el tejado les lanzo una teja.
Es más fácil mirar desde arriba.tragar saliva.
Porke el minisiva pone " sevilla no me deja ".
Tengo iniciativa.una komodidad kompleja.
Amor sexo y droga.seré tu nuevo humphrey bogart.
El gobierno censura al dios bako y no al tabako.
Venga pako.engánchate al graffiti y no al jako.
A problemas soluciones sako.yo tengo un trato.
Me meo en los kontratos.
Y si frakaso me mato en un arrebato de celo.
Aplaudid mis depresiones ke en papeles kongelo.
Y kiero.subir a mi azotea y mandar un " te kiero " al cielo.
Por los ke se fueron.dónde van.ya sé ke nunka volverán.
Komienzo un nuevo día y sin pan no hay plan.
Kojo al juan.me tiro un rato pal parke.
Es temprano y los niños estarán ya bailando break-dance.
Akí las kosas son así de sencillas.
Hazte riko con dos fokos y unas pokas semillas.
I love you sevilla.si puedes te se pilla.
Kon un pinchazo en la kostilla.la vida ya no pilla loba.
Korre huye de la soga.nos vemos en el leve de " dogo buska doga "
Seré tu nuevo humphrey bogart.el liricista en el tejado.
Tu transatlátiko tokado.hundido.
Vuelve el perro arrepentido kon el rabo entre las piernas.
El hociko partido su mirada tan tierna.
Reformatorios los internan.bye bye vietnam.
Me kago en tu ropa de wu-tan-clan.
Destrozándose la vida fumando apaleao malo.corre ve y diles.
Ke hay bellotones por seismiles.
Koncédeles ediles pal ayuntamiento.pinomotano city.
Y yo viviendo fuera komo un guiri.arakiri.
2001 odisea en el lodo.soy el guardián de mi hermano.
Estribillo
O Liricista No Telhado
Pega um cara de quebrada, coloca ele em um lugar caro.
Vai perguntar os preços com desprezo, até enjoar.
Por isso não penso em levar vocês onde não tenho nada a ver.
Por isso não vendo meu corpo na foto da capa.
Vocês falam de nada, em canções que não dizem nada.
São dez da noite, Sevilha tá iluminada.
A galera na parada do busão.
Sempre firmes, todo mundo e os manos além do obus.
Dando sua mijada, temos nossa própria crew.
Costas molhadas pelo calor, em busca de uma luz.
Que instrumental, o parceiro me produz.
Sevilha se desfaz do estilo que eu impus.
Meu hardcore que derrubou metade da Espanha.
Depois de seis anos, só tem um grupo que me ofusca.
Pior é a calhorda que nasce nesses dias.
A frieza da CIA e da polícia.
Quantos beijos te daria, por me deixar de fora.
Por me fazer invisível diante dos rappers na imagem da rua.
Desçam do ônibus e corram, façam um atalho, porque só sobrou resto.
Itájenas MCs sobrevivem alugando o corpo.
Pro próximo LP, poso nu, não tenho cara de mudar o mundo.
Tenho cara de que carrego dentro algum pensamento nauseante.
Cuspo com orgulho em cada frase.
Fluo como as trompetas dessa base, o que você faz, killo.
Oculta o brilho da sua classe
Quando passar pelo planeta, pacotinho e cheira a base.
Mudei de quebrada, me enchi de lágrimas.
Pinomontano continua no meu caderno em cada página.
Tágina, que tá tudo tão alienado depois de não fazer nada
E meter tantos gramas, você ficou chapado, como meus ovos.
E vontade de nada, tem escritores que terminam com um caderno.
E sem vontade de nada, que o Cárdenas te registre para as crônicas.
Você, sou o guardião do meu irmão.
Refrão:
Eh! poeta, você se sente esquecido, um liricista no telhado.
Só, pensa em mim, que mais dá, deixa voar... escute!
...a cidade respirando...
Se o público se queixa de uma canção sem moral.
Do telhado eu lanço uma telha.
É mais fácil olhar de cima, engolir a saliva.
Porque o minisiva diz "Sevilha não me deixa".
Tenho iniciativa, uma comodidade complexa.
Amor, sexo e droga, serei seu novo Humphrey Bogart.
O governo censura o deus do baixo e não o tabaco.
Vem, Pako, se liga no graffiti e não no jaco.
A problemas, soluções eu saco, eu tenho um trato.
Me mijo nos contratos.
E se fracasso, me mato em um surto de ciúmes.
Aplaudam minhas depressões que em papéis congelo.
E quero subir no meu telhado e mandar um "te quero" pro céu.
Pelos que se foram, onde vão, já sei que nunca voltarão.
Começo um novo dia e sem pão não há plano.
Pego o Juan, me jogo um tempo no parque.
É cedo e as crianças já estarão dançando break-dance.
Aqui as coisas são assim de simples.
Fique rico com dois holofotes e umas poucas sementes.
Eu te amo, Sevilha, se puder, se pica.
Com um pincho na costela, a vida já não pega loba.
Corre, fuja da corda, nos vemos no leve de "dogo busca doga".
Serei seu novo Humphrey Bogart, o liricista no telhado.
Seu transatlântico tocado, afundado.
Volta o cachorro arrependido com o rabo entre as pernas.
O focinho partido, seu olhar tão terno.
Reformatórios os internam, bye bye Vietnã.
Me cago na sua roupa de Wu-Tang Clan.
Destruindo a vida fumando, apaleado, corre, vai e diz.
Que tem bellotones por seis mil.
Concedam-lhes edis pro município, Pinomontano City.
E eu vivendo fora como um gringo, arakiri.
2001, odisséia na lama, sou o guardião do meu irmão.
Refrão