Yo soy el cabron
vamos mirame por encima del hombro
dile a tu colega ese tio es capullo
son risas y mi cara mi puño puede ser tuyo
tu te ries de mi y yo de tu ignorancia
te ries de mi y no sabes porque
si lo quieres saber escucha y te lo dire
tu eres un maldito envidioso
y mejor que tu por eso me tienes odio
no tires reconoce que yo te he mentido
y que como una punta a mis pies se ha caido
el dia que intentes levantarte te aplastare
solo podras suplicarme
imploraras el perdon divino
tu no te escucha hoy esta dormido
pon mi nombre en la pared
junto adjetivos que mas tarde te dire
yo no soy un hombre intermedio
o me amas o me odias no tienes otro remedio
juego el papel de cabron en esta vida
tu no tienes ninguno eres un alma perdida
que se siente aludido todo aquel que habla a mis espaldas
que no tenga lo que hay tener para dar la cara
me siento añado por esa situacion
y lo reconozco que soy un cabron
tambien le dedico estos versos
a las musas que di se que yo soy un tipo feo
pero quiero ser guapo para que quiero estar bueno
me lo paso mejor esquivando vuestro veneno
malditas viboras tu sed es seguir asi
creditas enmerañas solo me haces ir ir
si te dejes ser mas buena y ser mas buena que el medio cd
soy cabron para poneros las con los dientes y
me insultais sin piedad
yo paso sonriente y eso es lo que os jode
mas tambien los viejos sonados graciosos
se rien de mis pelos mientras ellos se estancan
no los libros que nos hacen escribe lo que sera
cuide el sitio en un ataud que ocurrira
odiame y seras muerto
cabron pondras en tu lapida un letrero
salte y siego tanto hablar tu lengua a ras del suelo
yo ya no tengo piedad
medir tu carcel dispuesto a pisar
no creais que a mi no me deis pena
si quereis seguir luchando contra mi es vuestro problema
inconsciente de solo lo habeis creado
no me da miedo de ser otra vez mas currado
y siempre dudas que quieres saber una buena razon
y ya la sabes y es que yo soy el cabron
Eu sou o canalha
vamos, olha pra mim de cima
fala pro seu amigo, esse cara é um idiota
são risadas e minha cara, meu punho pode ser seu
você ri de mim e eu da sua ignorância
você ri de mim e não sabe por quê
se quer saber, escuta que eu te conto
você é um maldito invejoso
e melhor que você, por isso você me odeia
não nega, reconhece que eu te enganei
e que como uma ponta, aos meus pés, você caiu
no dia que você tentar se levantar, eu vou te esmagar
só vai poder me implorar
vai implorar pelo perdão divino
você não se escuta, hoje tá dormindo
bota meu nome na parede
junto com adjetivos que mais tarde eu vou te dizer
eu não sou um homem mediano
o me ama ou me odeia, não tem outro jeito
jogo o papel de canalha nessa vida
você não tem nenhum, é uma alma perdida
quem se sente aludido é quem fala pelas minhas costas
quem não tem o que é preciso pra dar a cara
me sinto mal por essa situação
e reconheço que sou um canalha
também dedico esses versos
às musas que dizem que eu sou um cara feio
mas quero ser bonito, pra que quero estar bem?
me divirto mais esquivando do seu veneno
malditas víboras, sua sede é continuar assim
críticas emaranhadas só me fazem ir, ir
se você deixasse ser mais boa e ser mais boa que o meio
sou canalha pra colocar vocês com os dentes
me insultam sem piedade
eu passo sorrindo e isso é o que te irrita
mas também os velhos engraçados
riem do meu cabelo enquanto eles se estagnam
não os livros que nos fazem escrever o que será
cuidem do lugar em um caixão que vai acontecer
me odeie e você será morto
canalha, vai colocar na sua lápide uma placa
sai e cega, tanto falar sua língua no chão
eu já não tenho piedade
medir sua prisão, disposto a pisar
não pense que eu não sinto pena de você
se quer continuar lutando contra mim, é seu problema
inconsciente, só vocês criaram isso
não tenho medo de ser mais uma vez fodido
e sempre duvida que quer saber uma boa razão
e já sabe, é que eu sou o canalha