Orgy Of Corpses
In a field of upturned crosses, beneath the broken tombs
As dawn approaches funerals are closed
The earth bemoans its losses as the Devil's hand exhumes
Warm spirits from their coffin-bound repose
Phantoms wrapped in cloth, souls on wingless flight
Their bodies, left to rot, indulge in pleasures foul
Obscenities infernal
Obsequies, eternal revelry
As the pallid moon encroaches upon an opened crypt
It stares beyond the maggots and decay
For until dawn approaches, each cadaver is gripped
With untapped lust and held within its sway
Phantoms wrapped in cloth, souls on wingless flight
Their bodies, left to rot, indulge in pleasures foul
Obscenities infernal
Obsequies, eternal revelry
Flesh unshackled of all morals, for so long fettered taut
Sinks deep into debauchery and sin
And while the spirits quarrel in a paradise of sorts
Below remains a carnival of skin
Orgia de Cadáveres
Em um campo de cruzes viradas, sob os túmulos quebrados
Enquanto a aurora se aproxima, os funerais se encerram
A terra lamenta suas perdas enquanto a mão do Diabo exuma
Espíritos quentes de seu repouso em caixões
Fantasmas envoltos em pano, almas em voo sem asas
Seus corpos, deixados a apodrecer, se entregam a prazeres imundos
Obscenidades infernais
Obsequiosos, festa eterna
Enquanto a pálida lua se aproxima de uma cripta aberta
Ela observa além das larvas e da decomposição
Pois até que a aurora chegue, cada cadáver é dominado
Com desejos inexplorados e preso em sua influência
Fantasmas envoltos em pano, almas em voo sem asas
Seus corpos, deixados a apodrecer, se entregam a prazeres imundos
Obscenidades infernais
Obsequiosos, festa eterna
Carne libertada de toda moral, por tanto tempo aprisionada
Afunda fundo na devassidão e no pecado
E enquanto os espíritos brigam em um paraíso de certa forma
Abaixo permanece um carnaval de pele