The Rewards Of Worship
God is dead!
Everything freezes
Everything is already cold
Tired of burning
Sick to death of passions restrained
Acting out, leaving scars, in praise of denial
Shunning life, making life, in praise of the vile
Worshiping, suffering, drinking the blood of pain
Devoted to idolatry, one God with infinite infected brains
There is something of memory
There is something of choice
We've been left with the remnants
Shadows of a shadow's voice
The rewards of worship never seen while worshiping
God is dead!
The infinite congeals
Consciousness is already stagnant
Faint with love
Nervous demands to understand
Rebelling against rebellion, while forcing a smile
Hating life, creating life, making life worthwhile
Bended knee, suffering, eating the flesh of bane
Forcing out, through exhaustion,
Belief in the self and his reign
We've been left with salvation
Umbrage of our feigned rejoice
The rewards of worship never seen while worshiping
Unless they are seen by the dead eyes of a mouthpiece
The bread being promised has turned to mold
All promises from the sick gods, the meek, and the old
There is cold, especially in the mountains
Where calculated movements take aeons to affect
Smaller consequences to larger appetites
No gods, just the will to dissect
The meaninglessness of life.
As Recompensas da Adoração
Deus está morto!
Tudo congela
Tudo já está frio
Cansado de queimar
Doente de paixões reprimidas
Agindo, deixando cicatrizes, em louvor à negação
Evitando a vida, criando vida, em louvor ao vil
Adorando, sofrendo, bebendo o sangue da dor
Devotado à idolatria, um Deus com cérebros infinitos infectados
Há algo de memória
Há algo de escolha
Ficamos com os restos
Sombras da voz de uma sombra
As recompensas da adoração nunca vistas enquanto adoramos
Deus está morto!
O infinito se congela
A consciência já está estagnada
Tonto de amor
Demandas nervosas para entender
Rebelando-se contra a rebelião, enquanto força um sorriso
Odiando a vida, criando vida, tornando a vida valiosa
Joelho dobrado, sofrendo, comendo a carne da desgraça
Forçando a saída, através do cansaço,
Crença em si mesmo e seu reinado
Ficamos com a salvação
Indignação da nossa alegria fingida
As recompensas da adoração nunca vistas enquanto adoramos
A menos que sejam vistas pelos olhos mortos de um porta-voz
O pão prometido virou mofo
Todas as promessas dos deuses doentes, dos mansos e dos velhos
Há frio, especialmente nas montanhas
Onde movimentos calculados levam eras para afetar
Consequências menores para apetites maiores
Sem deuses, apenas a vontade de dissecar
A futilidade da vida.